Terrina
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Museu: Palácio Nacional da Pena
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Nº de Inventário: PNP39
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Super Categoria:
Arte
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Categoria: Cerâmica
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Autor:
Autor desconhecido
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Datação: 1784/1800
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Técnica: Faiança moldada
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Dimensões (cm): Alt. 23,5 x Larg. 31,5 x Prof. 24
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Descrição: Terrina figurando um carneiro de vulto perfeito, deitado. No seu lombo repousa um cordeiro, que funciona como pega da tampa da peça. Assenta sobre base oval, de rebordo alto e cintado. Peça polícroma, com decoração de tipo naturalista, acentuada pela rugosidade lanuda do corpo do carneiro, em que predominam os tons ocres terrosos, amarelos, azuis e brancos.
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Origem/Historial: Na sequência da implantação da república (1910), foi esta peça inventariada no "Gabinete de Trabalho" da rainha D. Amélia no Palácio das Necessidades, com o n.º 526: "Uma terrina de faiança polychroma, d'Alcora representando um carneiro. altura 0,23". Classificada pela comissão de arrolamento como "de valor artístico" (APNA, Arrolamento do Palácio das Necessidades, vol. I). Deu então entrada na casa-forte desse palácio e, em 1956, seria transferida para o da Pena.
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Incorporação: Palácio das Necessidades, 1956. Cf. "Relação de peças existentes na Casa-Forte do Palácio das Necessidades, destinadas ao Palácio Nacional da Pena", datada de novembro de 1956, com o nº 526: "Uma terrina polícroma, Alcora, representando um carneiro. Altura: 230 mm" [Arquivo do PNP - Movimentação de Objetos).
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Centro de Fabrico: Alcora, Espanha