Jarra de altar

  • Museu: Museu Nacional de Machado de Castro
  • Nº de Inventário: 1517;C505
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Cerâmica
  • Autor: Autor desconhecido (Oleiro)
  • Datação: 1784/1816
  • Técnica: Faiança
  • Dimensões (cm): Alt. 21,5
  • Descrição: Jarra em forma de balaústre com pequeno colo cilíndrico, decorada com ramo florido plicromo, típico da Fábrica do Rossio de Santa Clara, que surge também nas produções em vinoso e azul. Colo e base acentuados por faixa amarela, entre filetes roxos. Aproximação formal e decorativa com as jarras (inv. mnmc1534 e inv. mnmc4652), paradigmas desta produção, pelo uso da tonalidade laranja rosada, única na produção portuguesa contemporânea. Também o vidrado branco lácteo distingue esta produção de peças similares de Briozo, caracterizadas pelo vidrado azulado. A Fábrica do Rossio de Santa Clara foi fundada, em 1784, por Domingos Vandelli, falecido em 1816. As floreiras eram usadas na banqueta dos altares, alternando com castiçais. Certamente proveniente de instituição religiosa de Coimbra, ou arredores.
  • Origem/Historial: Certamente proveniente de instituição religiosa de Coimbra, ou arredores.
  • Incorporação: Desconhecido (Fundo Antigo)
  • Centro de Fabrico: Coimbra

Bibliografia

  • PAIS, Alexandre Nobre; Pacheco, António; Coroado, João - Cerâmica de Coimbra: do século XVI-XX. Lisboa: MediaLivros; Instituto dos Museus e da Conservação, 2007

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