Descrição: Aguarela onde predominam os tons amarelos e castanhos que representa o Pelourinho de Lamas de Orelhão assente em quatro degraus, três deles com ângulos arredondados. Base octogonal e coluna com fuste cilíndrico liso dividido em dois blocos. O fuste é encimado por dois anéis graníticos e disco oval achatado com cachorros decorados nos intervalos por semi-esferas. Capitel poligonal com pequenas saliências rematado por coruchéu decorado com folhas estilizadas. Do lado esquerdo da composição encontra-se uma mulher de perfil em pé fiando envergando vestes escuras e longas com lenço na cabeça e descalça. Por detrás do Pelourinho vê-se uma casa de pedra aparelhada com uma janela gradeada e junto a ela um burro. Na parte frontal da casa junto à porta está outro burro com albarda.
Origem/Historial: Segundo as Actas do Colóquio, O Abade de Baçal é feita referência ao Conselho Nacional de Turismo (27/12/1934) que, em 1937, vai financiar as Aguarelas dos Pelourinhos de Alberto Sousa.
Bibliografia
JACOB, João Manuel Neto (coord.) - Actas do Colóquio, O Abade de Baçal. Bragança: Artegráfica Brigantina, 1999
Museu do Abade de Baçal - Pelourinhos do Distrito de Bragança - Aguarelas de Alberto Sousa. Bragança: 1982
Exposições
Quando as Periferias são Centro: A Industria da Tecelagem e das Sedas.