Descrição: Espeto de tipo Guadalquivir, em forma de longa haste fina, de secção quadrangular e extremidade distal aguçada. A empunhadura é apenas marcada por um ligeiro alargamento da base e o topo é estreito e levemente ondulado. Este tipo de espetos é considerado mais recente que os do tipo alentejano.
Origem/Historial: *Forma de Protecção: classificação;
Nível de Classificação: interesse nacional;
Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devam recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei nº 107/2001, de 8 de Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas;
Legislação aplicável: Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro;
Acto Legislativo: Decreto; nº 19/2006; 18/07/2006*
Cadaval.
Incorporação: Mandato legal.
Escavações
Bibliografia
ALARCAO, J. (Coord); Ana Isabel SANTOS - De Ulisses a Viriato. O primeiro milénio a.C.. Lisboa: MNA, 1996
COFFYN, André - Le Bronze Final Atlantique dans la Péninsule Ibérique. Paris: Diffusion de Boccard, 1985
SILVA, A.C.F. da; GOMES. M.V. - Proto-História de Portugal. Lisboa: Universidade Aberta, 1992