Descrição: Almofariz de mármore, em forma de taça circular baixa. Apresenta três pegas rectangulares em disposição cruciforme, e um bico vertedouro sem comunicação com a taça.
Origem/Historial: *Forma de Protecção: classificação;
Nível de Classificação: interesse nacional;
Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devam recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei nº 107/2001, de 8 de Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas;
Legislação aplicável: Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro;
Acto Legislativo: Decreto; nº 19/2006; 18/07/2006*
Esta peça integra o espólio de uma sepultura de incineração, descoberta em Pombalinho, em 1898. Foi mais tarde oferecido pelo srº Barão de Almeirim ao museu, em 1903. ( O Arqueólogo Português, série III, vol. II, 1968, p. 77 )
Incorporação: O espólio da sepultura do Pombalinho foi oferecido pelo srº Barão de Almeirim ao museu
Bibliografia
ALARCÃO, Jorge de - "Espólio de uma sepultura luso-romana de Pombalinho (Santarém)", in O Arqueólogo Português, série III, vol. II. Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia, 1968
VASCONCELOS, José Leite de - Religiões da Lusitânia, III. Lisboa: Imprensa Nacional, 1913