Categoria: Arquitectura (materiais de construção e revestimento)
Dimensões (cm): Comp. 18 x Larg. 16,7 x Esp. 4,1
Descrição: Fragmento de tijoleira moldada de pavimento com marca circular: FRONTINIANI.
Origem/Historial: As ruínas romanas de Milreu são conhecidas desde o séc. XVI através de André de Resende. Em 1877 Estácio da Veiga, no âmbito do levantamento da carta arqueológica do Algarve, efectuou as primeiras escavações arqueológicas naquele local com o apoio do dono do terreno o Sr. Manuel José de Sarrea Tavares Garfias e Torres, tendo recolhido um abundante, rico e diversificado espólio arqueológico que foi depositado no Museu do Algarve. Em 1894, este material deu entrada no Museu Etnológico Português.
Durante as suas pesquisas ele escavou um balneário com 58 compartimentos, casas de habitação, oficinas industriais, arruamentos, canalizações, etc e já perto da Serra de Guelhim o cemitério da cidade. Para este investigador Milreu é então a sede da cidade de Ossonoba.
Em 1897, o Cónego Pereira Boto retomou as escavações cujo resultado publicou em 1898.
Incorporação: Mandato legal.
Fazia parte da colecção de Estácio da Veiga
Bibliografia
MACHADO, João L. Saavedra - Documentos de Estácio da Veiga para o Estudo da Arqueologia do Algarve. In Actas das I Jornadas Arqueológicas. Lisboa: Associação dos Arqueólogos Por, 1970
SANTOS, Maria Luisa V.A. - Subsídios para o Estudo da Arqueologia Romana do Algarve. Lisboa, 2 vols: 1969
Exposições
Portugal Romano - Exploração dos recursos Naturais