Almofada

  • Museu: Palácio Nacional de Queluz
  • Nº de Inventário: PNQ 490
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Têxteis
  • Autor: Autor desconhecido (-)
  • Datação: Século 18
  • Suporte: Seda
  • Técnica: Cetim de seda espolinado; galão tecido
  • Dimensões (cm): Comp. 54 x Alt. 9 x Larg. 38
  • Descrição: Almofada, de secção rectangular, em damasco de seda carmezim, espolinado a fio metálico e decorado por motivos florais (rosas) e vegetalistas. Debruada por galão tecido em fio de seda e fio metálico; galão com padrão vegetalista (palmetas).
  • Origem/Historial: Integra a relação de objetos transferidos do Convento de Santos-o-Novo para o Palácio Nacional de Queluz, em 14 de novembro de 1921. Em 1894 foi arrolada com o nº 154 no Capítulo 2º dos "Outros objetos pertencentes ao culto divino que foram encontrados na egreja, capellas e oficinas do convento (…) Almofadas – uma, e dois veus, tudo de seda vermelha, que serviam para a adoração da Cruz". Verba nº 295 do “Auto de arrolamento e conferência dos bens existentes no edifício do Convento e Santos-o-Novo e que são pertença do Património Nacional”, de 18 de outubro 1921; "Uma almofada de damasco encarnado tecido d'oiro (parece ser parte da verba nº 154)". Verba nº 295 do “Auto de remessa dos objectos pertencentes ao extinto Recolhimento de Santos-o-Novo para o Palácio Nacional de Queluz” de 14 de novembro de 1921. Nº 332 do inventário dos Salvados de 1934 (realizado após o incêndio que deflagrou no Palácio de Queluz, em outubro de 1934), conferido pelas verbas do inventário de Santos-o-Novo pertencentes aos objetos que foram remetidos para o Palácio Nacional de Queluz; "Uma almofada de damasco encarnado tecido a oiro. (Com o nº 295)". Nº 490 dos Cadastros de 1938 e 1939. Nº 490 do Cadastro dos Bens do Domínio Público de 1941, nº de ordem 902; "Almofada, damasco encarnado, lavrado dourado (nº 332 do inventário dos Salvados / nº 295 de Stºs-o-Novo)". O Convento de Santos-o-Novo, também conhecido por antigo convento das Comendadoras da Ordem de Santiago, foi extinto a 9 de maio de 1895, o recheio foi distribuído por várias instituições (Museu Nacional de Arte Antiga, Palácio Nacional de Queluz) e vendido em hasta pública. Toda a documentação referente ao Convento de Santos-o-Novo encontra-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
  • Incorporação: Verba nº 273 do Convento de Santos-o-Novo, 1921; Nº 332 do Inventário dos Salvados de 1934; Nº 490 do Cadastro dos Bens do Domínio Público de 1941, nº de ordem 902.

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