Placa de Luminária
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Museu: Palácio Nacional de Queluz
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Nº de Inventário: PNQ 100A/1
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Super Categoria:
Arte
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Categoria: Mobiliário
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Autor:
Autor desconhecido (-)
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Datação: Século 18
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Suporte: Madeira
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Técnica: Madeira entalhada e folheada a ouro; bronze fundido; vidro espelhado e gravado
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Dimensões (cm): Alt. 1
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Descrição: Espelho de vidro com moldura de madeira entalhada e dourada e dois braços de luz. Moldura recortada e ondulada, rematada por concheados com flores no topo. Lados decorados por asas de morcego, com volutas, flores e folhagem de acanto. Remata em baixo com flor e volutas, de onde saem 2 braços de luz em bronze, entrelaçados em forma de folhagem de acanto, assim como o bocal e a arandela. Bobeche de vidro moldado espiralado. Espelho decorado com figura masculina gravada, veste traje militar clássico.
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Origem/Historial: Integrou o recheio do Palácio dos Condes de Burnay (Junqueira, Lisboa), identificando-se numa fotografia de 1933 da Sala Luís XIV ou Amarela (cf. doc. associada). O edifício tomou esse nome após ter sido adquirido em 1880 pelo banqueiro Henri Burnay, 1º Conde de Burnay (1838-1909), que o restaurou e decorou com obras de arte. Após a sua morte, em 1909, passou a pertencer à mulher, Maria Amélia, e aos nove filhos do casal. Com a morte da condessa, em 1924, os herdeiros manifestaram vontade em leiloar o recheio, o que ocorreu apenas em 1936, tendo sido em parte adquirido pelo Governo português, destinando-se a representações diplomáticas, museus e palácios nacionais, com destaque para o Museu Nacional de Arte Antiga.
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Incorporação: Transferida do Museu Nacional de Arte Antiga por despacho ministerial de 10-12-1938. Valor da avaliação: 3.000.00
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