Descrição: Óleo sobre tela, circular, do teto da Sala do Embaixadores. A tela faz representar um círculo de 11 puttis, alados, voando no céu nublado. Os puttis cobrem-se com faixas de tecido coloridas (azul, vermelho, rosa, lilás, amarelo) e seguram grinaldas de flores que tentam unir em círculo.
Origem/Historial: A Sala dos Embaixadores não vem descrita no Inventário de 1763, a fonte mais antiga de que dispômos. No entanto é possível situar o início da sua construção entre 1758 e 1760, sobretudo no que diz respeito à importação e trabalho de cantaria, que iriam continuar até 1762. Os pagamentos a artífices indicam que se trabalhava em pleno nas decorações da sala em 1762.
As pinturas do teto e da sanca, algumas realizadas sobre espelho, ficaram a cargo dos pintores Bruno José do Vale e Francisco de Melo que utilizaram motivos alegóricos e "chinoiserie".
Em 1820, foi realizadas reparações nesta sala (nas vésperas da chegada da Corte vinda do Brasil), por ordem de D. João VI; várias telas foram raspadas e feitas novas pinturas, sob a direção do mestre pintor André Monteiro da Cruz, que em Queluz chefiou cerca de 80 pintores. Torna-se assim quase impossível atribuir a autoria de cada uma das inúmeras telas desta sala.
Incorporação: Encomenda Real.
Nº de Ordem 654 do Cadastro de 1941.
Centro de Fabrico: Portugal
Bibliografia
FERRO, Maria Inês - O Palácio e os Jardins. London: IPPAR e Scalla Books, 1997
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