Santo Agostinho
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Museu: Palácio Nacional de Mafra
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Nº de Inventário: PNM 7578
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Super Categoria:
Arte
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Categoria: Escultura
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Autor:
Autor desconhecido
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Datação: Século 18
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Suporte: Terracota
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Técnica: Alto-relevo policromado.
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Dimensões (cm): Alt. 27,5 x Larg. 18,5 x Prof. 5,5
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Descrição: Placa policromada representando Santo Agostinho, de corpo inteiro, em pé, longa barba esvoaçante, envergando as vestes episcopais. Na mão direita, pena com que escreve no livro que segura na outra mão. Pisa com o pé direito dois livros que apertam uma serpente. À sua esquerda no chão uma águia. Sobre a alva, estola e pluvial vermelho com decoração vegetalista e geométrica dourada apertada por firmal, e estola franjada a dourado. Fundo de arvoredo.
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Origem/Historial: Peça que pertenceu ao Cónego Regrante D. Manuel Taveira Pinto, tendo sido observada na década de 1940 pelo relator Armando de Lucena em casa de Júlio Taveira Pinto, então seu proprietário.
O Conservador do Palácio Nacional de Mafra e a Direcção-Geral da Fazenda Pública trocaram, desde 15 de Setembro de 1942, correspondência em que o Conservador propunha a aquisição da obra pelo Estado. O proprietário contudo não queria vender, alegando tratar-se de uma recordação de família. Em 1946 foi proposta a sua "rigorosa permanência no foro artístico da Nação" por ter "bastante valor iconográfico, não só como bom exemplar das actividades artísticas dos princípios do século XIX, particularmente no capítulo dos barristas portugueses daquele tempo, mas ainda pela expressão hagiográfica da imagem" (23/04/1946).
A proposta de arrolamento da obra foi aprovada em sessão de 10 de Maio e homologada a 11 de Maio de 1946. A obra foi arrolada ao abrigo do Decreto n.º 20.985, de 07/03/1932, aplicando-se-lhe ainda o disposto no artigo 21.º do DL n.º 26.611, de 19/05/1936, conforme publicação em Diário do Governo n.º 115, II série, de 20/05/1946, em nome de Júlio Taveira Pinto.
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Incorporação: Maria da Luz Taveira Pinto Valadares
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