Escrivaninha

  • Museu: Museu Nacional Soares dos Reis
  • Nº de Inventário: 37 Cer MNSR
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Cerâmica
  • Autor: Autor desconhecido
  • Datação: Século 18/19
  • Técnica: Faiança moldada, com pasta avermelhada e esmalte estanífero verde e branco e decoração pintada a amarelo e vinoso
  • Dimensões (cm): Comp. 21 x Alt. 5,2 x Larg. 12
  • Descrição: Escrivaninha moldada, ovalada, com ressalto central, à frente e atrás e bordo superior e inferior ligeiramente saliente e boleado; nas extremidades tem duas cavidades fundas, que serviam para conter os recipientes para a tinta e a areia, mas que já não existem; na superfície superior, atrás, tem cinco orifícios para as penas e, na frente, uma gaveta, com puxador em botão saliente. Pasta em barro vermelho com fundo verde e decoração pintada a amarelo e vinoso. No centro da superfície superior, um medalhão circular de fundo branco com a figura de um caçador de pé, em posição de marcha, com uma espingarda nas mãos, fazendo mira para disparar. Atrás do caçador um cão com as patas dianteiras levantadas e tocando as calças do homem. Na extremidade direita, uma árvore.
  • Origem/Historial: O Museu Industrial e Comercial do Porto foi criado por Decreto de 24 de Dezembro de 1883, mas só foi inaugurado em 1886. Estava instalado no antigo Circo Olímpico, no recinto do Palácio de Cristal e foi seu Director e Conservador Joaquim de Vasconcelos. Foi extinto em 1899 e em 1932 o seu espólio encontrava-se armazenado no Palacete Braguinha, em S.Lázaro, e no Instituto Comercial, na Rua de Entreparedes. O Decreto 21504 de 25 de Julho de 1932, que reestrutura o Museu Soares dos Reis, dando-lhe a categoria de Nacional, diz no seu Artº 3º: "Fica o Director do Museu Nacional de Soares dos Reis autorizado a escolher do antigo Museu Industrial e Comercial do Porto as peças de cerâmica que pelo seu valor artístico julgue dignas de figurarem nas colecções daquele Museu." Em Fevereiro de 1933, depois da selecção feita por Vasco Valente, estas peças dão entrada no Museu. Mais tarde, em 1940, também dão entrada a colecção de rendas e alguns ferros forjados.
  • Incorporação: Transferência do Museu Industrial e Comercial do Porto
  • Centro de Fabrico: Portugal

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