Descrição: Peça tridimensional em forma de vaso ovóide, de curvatura fechada e alongada, com bojo liso e uma cinta estriada, intersetada pela colocação lateral de duas asas ou pegas em voluta e dois botões quadrangulares com flor central, elementos decorativos perpendiculares entre si.
O corpo da peça é suportado na base por pé de secção quadrangular apoiado em quatro elementos circulares colocados em esquadria, em forma de bolacha, entalhados e dourados com elementos florais, lanceolados e recortados.
O terminus do vaso é em forma de bocal rentrante, com um perlado em talha inferior e folhas lanceoladas, recortadas e invertidas que fazem o remate do bocal onde existe um orifício para encaixe do palmito que decora o andor processional.
Esta peça faz conjunto com mais 7 vasos identicos.
Origem/Historial: Este conjunto com 8 vasos porta palmitos identicos entre si e que servem de ornamento aos andores processionais, aos quais é fixado um palmito de flores em papel e ainda, na zona do bojo, um laço têxtil que prendia ao gargalo do vaso porta palmito para decoração do andor.
Centro de Fabrico: Desconhecido
Bibliografia
GOMES, João Augusto Marques, 1875, Memorias de Aveiro. Aveiro: Typ. Commercial.