Colar

  • Museu: Museu Nacional de Arqueologia
  • Nº de Inventário: Au 48
  • Super Categoria: Arqueologia
  • Categoria: Ourivesaria
  • Autor: Autor desconhecido (-)
  • Técnica: Fundido ; martelado
  • Dimensões (cm): Diâm. 13,9 x Esp. 1
  • Descrição: Colar funicular de aro subcircular aberto, estreitando do centro para as extremidades. É composto por dois arames de secção circular unidos e torcidos em espiral, os quais se fundem, nas extremidades, num único tronco, terminando em forma de gancho de argola espiralada.
  • Origem/Historial: *Forma de Protecção: classificação; Nível de Classificação: interesse nacional; Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devam recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei nº 107/2001, de 8 de Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas; Legislação aplicável: Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro; Acto Legislativo: Decreto; nº 19/2006; 18/07/2006* Não há qualquer relação aparente entre a ficha 4:112 e 4:113 (inventário especial arqueologia) e a ficha desta peça, inv. Au 48 (cat. dos objectos de ouro e prata); naquela consta a informação da aquisição de duas xorcas, uma lisa e outra torcida, provenientes provavelmente de Torres Vedras e adquiridas, em 3/08/1905 ao ourives Joaquim Nunes da Cunha. Nesta última é omissa a proveniência e indica-se ser uma "compra avulsa". A peça que antecede esta - nºinv.47 - é também uma "xorca de ouro", lisa, adquirida ao ourives J.N. Cunha em 23.IV.1903 e "consta que veio de Coimbra". Há aqui uma coincidência relativamente ao nome do ourives e ao facto de serem lançadas em sequência "uma xorca de ouro torcida e outra lisa" (nº.4:112, e 4:113): de resto não parece tratar-se das mesmas peças, a não ser que tenha havido um erro de J.L.V. quando lançou as novas peças, com novo número de inventário no Catálogo de objectos de ouro e prata. Em OAP, XI, 1906, p.285, em Aquisições indica-se a entrada das duas xorcas provenientes de Torres Vedras.
  • Incorporação: Provável aquisição de J.L.V. a um ourives de nome Joaquim Nunes da Cunha

Bibliografia

  • TESOUROS da Arqueologia Portuguesa. Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia, 1980
  • CORREIA, Vergílio Hipólito (2013) - A ourivesaria arcaica no ocidente peninsular. Estado da questão, problemáticas arqueológicas e perspetivas de desenvolvimento do campo de estudo. O Arqueólogo Português. S. V, vol. 3, pp.15-114

Exposições

  • Tesouros da Arqueologia Portuguesa

    • Museu Nacional de Arqueologia
    • Exposição Física

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