Descrição: Candelabro constituído por uma figura alada (cariátide) que suporta um fuste ricamente canelado, ao qual se agarra um felino (pantera ?), com a cabeça virada para a direita. O fuste é coroado por uma copa com rebordo plano e quadrangular. Da parte inferior de cada um dos cantos desse rebordo pendem pequenas correntes, a que faltam alguns aros. A figura alada repousa num tripé, cujo remate é constituído por três patas de animal (possivelmente caprino). As pernas do tripé são separadas entre si por palmetas estilizadas (M.S.P.)
Origem/Historial: *Forma de Protecção: classificação;
Nível de Classificação: interesse nacional;
Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devam recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei nº 107/2001, de 8 de Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas;
Legislação aplicável: Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro;
Acto Legislativo: Decreto; nº 19/2006; 18/07/2006*
Pertencente à colecção Barros e Sá acolhida no Museu Nacional da Arte Antiga na década de 80. Foi objecto de uma exposição temporária em Maio de 1984. Em Novembro de 1986 foi proposto e autorizado o depósito permanente no MNA. (L.R./O.S)
Incorporação: Transferência do Museu Nacional da Arte Antiga
Bibliografia
CATÁLOGO - da Exposição "Um gosto privado um olhar público". Lisboa: IPM/Reproscan, 1995