Árvore de consanguinidade portuguesa: do conde D. Henrique a Filipe II ( de Portugal)
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Museu: Palácio Nacional da Ajuda
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Nº de Inventário: BA 7333
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Super Categoria:
Arte
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Categoria: Desenho
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Autor:
Autor desconhecido
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Datação: Século 17
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Suporte: Papel e cartolina
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Técnica: Sépia, aguada cinzenta sobre papel
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Dimensões (cm): Alt. 42,5 x Larg. 30
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Descrição: Árvore genealógica da casa Real Portuguesa a sépia e aparo e aguada cinzenta, com tronco único, ramos, algumas folhas, ao que parece feitas posteriormente, sendo que os "frutos" circulares contêm no seu interior os nomes dos vários personagens reis, rainhas, imperadores, imperatrizes e príncipes, desde o conde D. Henrique, na base, até Filipe II de Portugal. Apresenta em cima a data de 1605.
O tronco tem quebras na sequência das gerações e os casos de bastardia são assinalados dentro do circulo do nome respectivo. Em determinados casos a bastardia, antes do casamento, é assinalada no respectivo ramo. Na árvore não constam os nomes das Rainhas de Portugal, com excepção para a Rainha Santa Isabel (com nota marginal acerca da sua ascendência), Inês de Castro e Teresa Lourenço (mãe do futuro D. João I). São assinaladas a origem das Casas de Bragança e de Aveiro. Nos ramos, as descendências são assinaladas por símbolos representativos da posição hierárquica que os sujeitos ocupam: coroas reais, imperiais, ordens militares (Avis, Cristo e Santiago) e dignidades eclesiásticas
Entre a quinta e a sexta geração, é assinalada a mudança da representação do escudo nacional (bordadura de castelos) através do desenho das "novas " armas reais, que ocorreu com D. Afonso III a partir de 1247.
Foi dado destaque à uma ordem de cavalaria, Tosão de Ouro, fundada por Filipe III Duque da Borgonha, em 1429, para celebrar o seu casamento com a infanta Isabel de Portugal, filha de D. João I.
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Centro de Fabrico: Portugal