Azulejos

  • Museu: Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo
  • Nº de Inventário: ME 1639/2
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Cerâmica
  • Autor: Autor desconhecido (Oleiro)
  • Datação: 1501/1550
  • Técnica: aresta
  • Dimensões (cm): Alt. 13 x Larg. 13 x Esp. 2
  • Descrição: Onze azulejos de aresta, formando um padrão onde o módulo é definido por uma figura quadrilobada, delimitada por fitas em negro, mel e azul, com o centro preenchido com estames vegetais, formando uma flor de pétalas azuis no centro.
  • Origem/Historial: No início do século XVI, a renovação técnica operada pelas olarias sevilhanas foi acompanhada pela introdução do vocabulário renascentista, com a incorporação de motivos vegetalistas que vieram substituir as tradicionais laçarias mudejáres (Hernández, 1989 e Simões, 1990). Os azulejos de aresta tiveram grande aceitação em Portugal, tanto na arquitectura civil quanto na religiosa e este padrão, relativamente comum, foi também utilizado no revestimento parietal da Sé Velha de Coimbra (Santos, 1957).
  • Incorporação: Desconhecido

Bibliografia

  • HERNÁNDEZ, Alfonso Pleguezuelo - Azulejo Sevillano. Sevilha: Padilla Libros, 1989
  • SANTOS, Reinaldo dos - O Azulejo em Portugal. Lisboa: Editorial Sul Limitada, 1957
  • SIMÕES, João Miguel dos Santos - Azulejaria em Portugal nos séculos XV e XVI. 2ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1990

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