Fragmento de vaso campaniforme
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Museu: Museu Nacional de Arqueologia
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Nº de Inventário: 983.999.749
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Super Categoria:
Arqueologia
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Categoria: Cerâmica
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Autor:
Autor desconhecido (-)
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Técnica: Decoração ponteada através de matriz rolante
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Dimensões (cm): Comp. 6,4 x Alt. 3,3 x Esp. 0,4
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Descrição: Fragmento de vaso campaniforme, pertencente a uma forma aberta. O bordo é de perfil semicircular e recto em relação às paredes do vaso. Foi fabricado com uma pasta muito depurada e com elementos não plásticos de grão fino a finíssimo, quer a cozedura, quer o arrefecimento foram redutores. A decoração encontra-se na zona abaixo do bordo, sendo constituída por duas faixas de três linhas paralelas a ponteado intercaladas com uma linha em ziguezag...
Ver maisue formando pequenos triângulos. Toda a superfície exterior se encontra brunida. Fechar
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Origem/Historial: O Castro de Chibanes foi descoberto por A. J. Marques da Costa no ano de 1904, durante uma pequena prospecção que fez nos arredores da Serra do Louro, tendo descoberto alguns materiais de superfície. As intervenções arqueológicas foram por ele levadas a cabo no ano de 1905 e seguintes, trabalhos dos quais resultaram quatro artigos no Arqueólogo Português com a descrição da estratigrafia sumária e alguns materiais (em depósito no MN...
Ver maisA).
Com as informações recolhidas no início do século e durante as cinco campanhas já efectuadas concluiu-se que o Castro de Chibanes terá sido ocupado durante o Calcolítico e I e II Idades do Ferro e, posteriormente, na época Tardo-Romana.
O sítio ocupa cerca de 1 ha de uma rechã do relevo monoclinal da pré- Arrábida. O povoado domina assim, toda a planície aluvial do Tejo e Vale de Barris, um vale de grande fertilidade agrícola. As boas condições naturais de defesa foram reforçadas por um conjunto de muralhas e bastiões. Do Calcolítico são conhecidos dois panos de muralha, da Idade do Ferro é conhecida uma complexa fortificação com muralhas, torres e baluartes que correspondem a três épocas construtivas e a diferentes formas de organização do espaço intra-muros. Fechar
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Incorporação: Desconhecido
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Bibliografia
- ALBREG, Nils - La civilisation énéolithique dans la Péninsule Ibérique, Uppala
- BUBNER, M. A. Horta Pereira - "Cerâmica de importação na Estremadura portuguesa", in Ethnos, VIII. Lisboa: Inst. Port. de Arq. e História, 1979
- FERREIRA, Octávio da Veiga - La Culture du Vase Campaniforme au Portugal, nº 12. Lisboa: Serviços Geológicos de Portugal, 1966
- O Arqueólogo Português, vol.XI. Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia, 1906
- O Arqueólogo Português, vol.XV. Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia, 1910