Técnica: Prata fundida em molde, soldada, martelada e dourada.
Dimensões (cm): Comp. 11,5 x Larg. 7,5
Descrição: Par de esporas de caixa compostas por arco de secção semicircular, pua muito curta e espigão de mola. O arco é decorado na face externa com motivos vegetalistas entrelaçados e relevados, com excepção das extremidades que são estriadas. A pua tem a forma de meia figura antropomórfica que segura com as mãos a roseta circular móvel. O espigão é de mola.
Pertenceram ao rei D. Fernando II.
Tem caixa própria, de couro com friso decorativo de gosto clássico, forrada a veludo azul, com encaixes para as esporas, forro da tampa em cetim azul com letras douradas A S. M. D. FERNANDO, REY VIUDO DE PORTUGAL como nº A 3767
Prata fundida em molde, soldada, martelada e dourada.
Origem/Historial: Estas esporas pertenceram a D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha.
As esporas de caixa são as únicas que se mantêm fixas, independentemente do
movimento do cavalo. O comprimento da pua é muito variável, sendo, no
entanto, sempre proporcional ao tamanho das pernas do cavaleiro.
Incorporação: Museu Nacional de Arte Antiga.
Bibliografia
MACEDO, Silvana Costa - Museu Nacional dos Coches - Roteiro, 2ª ed.. Lisboa: IPPC, 1989
Repartição das Reais Cavalariças - Carros Nobres, Arreios de Tiro e Cavalaria, Aprestos de Torneio,- Catálogo do Depósito I, 2ª ed.. Lisboa: Tip. de "A Editora", 1905