Candeia (par) com as armas da Rainha D. Amélia
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Museu: Museu Nacional dos Coches
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Nº de Inventário: HD 0583
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Super Categoria:
Arte
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Categoria: Espólio documental
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Autor:
Autor desconhecido (-)
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Datação: 1890/1910
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Técnica: Latão fundido em molde, soldado, martelado, recortado e passado à fieira.
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Dimensões (cm): Alt. 24 x Larg. 10 x Prof. 12,5
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Descrição: Par de candeias constituídas por reservatório com tampa amovível, haste laminada terminando em moldura recortada, gancho de suspensão e duas correntes com pinça e estilete.
O reservatório, com a face anterior contracurvada, assenta sobre quatro pés. Os dois pés dianteiros, em metal maciço, prolongam-se num braço curvo, avançado em relação ao depósito; estes, são rematados por uma espécie de arandela quadrangular transfurada, para encaixe do estilete e da pinça. Os dois pés posteriores foram recortados na mesma chapa que constitui a haste vertical, sendo encimados por moldura de dois lóbulos recortados e separados por cruz latina.
Soldado à haste, um busto feminino sobre pilastra ornamentada com motivos fitomórficos relevados. Na extremidade superior da haste, que é dobrada, repete-se o mesmo tipo de moldura recortada acima descrita, distinguindo-se das primeiras pelo facto de possuir não uma mas três cruzes latinas. Ao centro, as armas reais portuguesas em cartela, sobrepujadas por coroa fechada e tendo, em baixo, a grã-cruz da Ordem de Cristo.
Do topo da haste pendem duas correntes; a da direita tem suspenso um estilete triangular, bifurcado na ponta, e a da esquerda uma pinça. Cada uma das candeias possui ainda um gancho de suspensão amovível, formado por longo espigão com haste encurvada.
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Origem/Historial: Este par de candeias foi comprado pelos Condes de Paris em leilão realizado pela Fundação da Casa de Bragança (c. 1932-35), tendo posteriormente estado na posse da rainha D. Amélia de Orléans e Bragança.
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Incorporação: Leiloeira "Dinastia"
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