Freio de arreio de montada de cavalaria

  • Museu: Museu Nacional dos Coches
  • Nº de Inventário: A 1080
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Meios de transporte
  • Autor: Autor desconhecido (-)
  • Datação: Século 19
  • Dimensões (cm): Alt. 20.3 x Larg. 16.8 x Esp. 3.5
  • Descrição: Freio para cavalaria, com caimbas direitas e sem decoração. Embocadura móvel e articulada. Freio para cavalaria com embocadura articulada. Tem caimbas de afirmar, decoradas com pequenos recortes e abertas num dos extremos. Freio para cavalaria em aço. As caimbas de afirmar (direitas), sem decoração, são de secção predominantemente circular, sendo o seu diâmetro variável. Na parte superior existem três aberturas, uma no cimo circular: para fixação da cabeçada; uma pequena furação: para prisão das barbelas; e outra em forma de D: para prisão das rédeas na parte curva e servindo de eixo à parte móvel da embocadura na parte recta. A aproximadamente o meio da parte inferior da caimba existe uma pequena argola, soldada à parte posterior do freio, para possível fixação de uma cadeia de elos. Na parte final da caimba esta bifurca-se criando uma argola circular (dimensões similares à argola superior), onde se poderiam prender as rédeas. Embocadura com arco de montada articulado e movel tipo "canhão simples" ("simple canon" segundo gravura no livro "Ecole de Cavalerie", de M. De La Gueriniere, 1733, reedição: Grenoble, Editions des 4 Seigneurs, 1973, biblioteca do museu, p. 32-33). as duas partes do bocado encontram-se fortemente ajustadas ao eixo, segundo uma determinada inclinação dando à embocadura a forma de um "acento circunflexo". Tem ganchos de fixação da barbela nas furações da parte superior das caimbas, não existindo as respectivas barbelas. A aparência da peça aponta para uma produção já industrial, datando assim o freio do séc XIX ou XX.
  • Incorporação: Admnistração da extinta Casa Real, fundo antigo do Museu

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