Freio de arreio de tiro

  • Museu: Museu Nacional dos Coches
  • Nº de Inventário: A 1129
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Meios de transporte
  • Autor: Autor desconhecido (-)
  • Datação: Século 19
  • Dimensões (cm): Comp. 24,5 x Larg. 16
  • Descrição: Freio à portuguesa para cavalo de tiro em aço. As caimbas arqueadas (contracurvadas ou em S), são decoradas com recortes (pequenas volutas e entalhes) sendo a secção variável. Na parte superior a peça é plana existindo duas aberturas, uma no cimo em forma de rim (na horizontal) para fixação da cabeçada, e outra a meio em forma de D: para fixação de rédeas (na parte curva) e servindo de eixo à embocadura móvel (na parte recta). A zona inferior da parte plana, de forma aproximadamente triangular, marca o ínicio da parte contracurvada. Esta é decorada com pequenas incisões em forma de volutas. Na parte final da contracurva da caimba esta bifurca-se criando uma argola circular. Nesta não só se poderiam prender as rédeas como serve de eixo à barra inferior (em forma de arco invertido) decorada com incisões no centro. Embocadura com arco de montada articulado e móvel em "canhão simples" ("simple canon" segundo gravura no livro "Ecole de Cavalerie", de M. De La Gueriniere, 1733, reedição: Grenoble, Editions des 4 Seigneurs, 1973, biblioteca do museu, p. 32-33) Não existem copos dos olhos dos freios, existindo no entanto furação para a sua fixação na parte superior das caimbas Quando completos estes freios teriam 1 barbela presa numa das aberturas do cimo das caimbas, pendendo um gancho da abertura da caimba oposta. Não tem barbela. Decorativamente é uma forma muito mais tosca que outros freios similares (A 1131; 1173-1183), apresentando muito uso.
  • Incorporação: sem indicação

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