Compoteira

  • Museu: Museu Nacional de Machado de Castro
  • Nº de Inventário: 9382;C129
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Cerâmica
  • Autor: Autor desconhecido (Oleiro)
  • Datação: 1675/1775
  • Técnica: Faiança
  • Dimensões (cm): Alt. 24,5
  • Descrição: Compoteira circular, azul e manganês, com quatro asas laterais equidistantes, assente em pé em forma de cúpula e haste acentuada por anel em relevo; tampa campanular, encimada por botão de preensão pontiagudo. Faixas de contas a rematar a base da tampa e do pé e bojo decorado com folhagem. O motivo das contas inspirou-se nas “Cabeças de “Ruyi”, um cogumelo mágico que garantia a imortalidade a quem o ingerisse e também símbolo chinês da autoridade. Na faiança portuguesa aparecem em grupos de três, cinco e sete contas, parecendo por vezes simular escamas, como em alguns exemplares atribuídos a Coimbra, onde esta faiança teve grande popularidade, embora não possa ser descorada a fabricada em Lisboa, talvez as peças de maior qualidade no que se refere ao vidrado e à pintura.
  • Origem/Historial: Provavelmente proveniente dos conventos extintos.
  • Incorporação: Teixeira de Carvalho
  • Centro de Fabrico: Lisboa

Bibliografia

  • A Influência Oriental na Cerâmica Portuguesa do Século XVII. Lisboa: Museu Nacional do Azulejo, 1994
  • GONÇALVES, António Nogueira; José Correia da Fonseca - Secção de Cerâmica: Faiança Portuguesa [Catálogo Guia]. Coimbra: Coimbra Editora, 1947
  • PAIS, Alexandre Nobre; Pacheco, António; Coroado, João - Cerâmica de Coimbra: do século XVI-XX. Lisboa: MediaLivros; Instituto dos Museus e da Conservação, 2007
  • QUEIRÖS, José - Cerâmica Portuguesa. Lisboa: Tip.Anuário Comercial, 1907
  • SANTOS, Reynaldo dos - Faiança Portuguesa,séculos XVI e XVII. Lisboa: 1960
  • Mangucci, Celso, Da Louça Ordinária E Não Tão Ordinária Que Se Fazia Em Lisboa, No Ano De 1767, http://boletimevora.googlepages.com

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