Prato

  • Museu: Museu Nacional de Machado de Castro
  • Nº de Inventário: 9576;C67
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Cerâmica
  • Autor: Autor desconhecido (Oleiro)
  • Datação: 1650/1700
  • Técnica: Faiança
  • Dimensões (cm): Diâm. 19,8
  • Descrição: Prato rodado, pintado em azul e manganês de grande fogo e aba de aranhões. Tem como motivo central, inscrito em medalhão circular, um ramo florido. Os “aranhões” são representações muito estilizadas, entre outras, do “rolo de pintura”, símbolo chinês dos letrados e da folha de artemisa, planta de bom augúrio, ambos com os respectivos cordões envolventes. Embora surjam a decorar outras formas, foi nas abas dos pratos que foram correntemente usados, alternando com pares de pêssegos, símbolo chinês da longevidade e da imortalidade.
  • Origem/Historial: Relativamente ao possuidor original cita-se Teixeira de Carvalho, que em “Cerâmica Coimbrã No Século XVI” p. 218, refere: “Do Mosteiro do Lorvão saíram os primeiros exemplares para as colecções de D. Fernando (II) e de lá vieram também outros que levou para Lisboa o Marquês de Sousa Holstein, todos os meus (Teixeira de Carvalho) e todos os que eram propriedade do Instituto ( Museu do Instituto de Coimbra), alguns dos quais se conservam no Museu Machado de Castro”. Naturalmente que a maioria dos exemplares da colecção de A. A. Gonçalves seriam de igual proveniência.
  • Incorporação: Teixeira de Carvalho
  • Centro de Fabrico: Coimbra

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