Copo de quartilho

  • Museu: Museu Nacional de Machado de Castro
  • Nº de Inventário: 1627;V13
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Vidros
  • Autor: Autor desconhecido (-)
  • Datação: 1750/1799
  • Técnica: Vidro soprado e moldado
  • Dimensões (cm): Alt. 15,5
  • Descrição: Copos atrombetados (1621, 1630, 1318, 1627,3335)1660, c.pé Copo de vidro transparente em forma de pavilhão de trombeta, com caneluras verticais. Na pauta para revenda no mercado de Lisboa, elaborada por Guilherme Stephens, estes copos, "de molde novo fundos grossos", que podiam também ser lisos, apresentavam as seguintes capacidades: De menos De aguardente 2 canadas Canada 3 quartilhos 1/2 canada De quartilho, para limonadas e tavernas Meio quartilho A origem deste modelo encontra-se na vidraria italiana (Murano) dos meados do século XVII, estando documentada, arqueologicamente, a sua produção na Real Fábrica de Vidros de Coina, por intermédio dos mestres venezianos que nela laboravam. A sua manufactura prolongou-se por mais de um século, estando representados nos catálogos contemporâneos da Fábrica na Marinha Grande e posteriormente, já no século XIX, nos da Fábrica da Vista Alegre.
  • Origem/Historial: Transferência para o Estado Português dos bens outrora pertencentes às ordens religiosas, na sequência do Decreto de Extinção das mesmas e da Lei de Separação do Estado da Igreja.
  • Incorporação: Transferência (Conventos extintos). Louriçal
  • Centro de Fabrico: Marinha Grande

Bibliografia

  • BARROS, Carlos Vitorino da Silva - Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande: 2º Centenário. Lisboa: Fábrica Escola Irmãos Stephens, 1969
  • Custódio, Jorge, A Real Fábrica de Vidros de Coina [1719-1747] e o vidro em Portugal nos séculos XVII e XVIII, Lisboa IPPAR, 2002

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