Caneca portuguesa

  • Museu: Museu Nacional de Machado de Castro
  • Nº de Inventário: 1687;V90
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Vidros
  • Autor: Pintor (-)
  • Datação: 1750/1800
  • Técnica: Vidro soprado e moldado.
  • Dimensões (cm): Alt. 24 c/tampa x Larg. 18 s/tampa
  • Descrição: Caneca de vidro transparente, incolor, com colo cilíndrico, bojo bulboso, canelado, asa em S irregular e tampa de encaixe, campanular, canelada com botão de preensão de esferas sobrepostas, assente em base em forma de trombeta. Estes objectos são comuns em contexto de mesa, mas resíduos de drogas, fazem suspeitar também terem sido usados como contentores, nas boticas conventuais. As "canecas portuguesas", de tradição ibérica, pequenas, para beber e maiores, para servir à mesa, caracterizam-se pelo bojo bulboso, que as distingue da "caneca inglesa"que surge sempre nos catálogos comformato cilíndrico. Na "pauta dos preços"da época de Guilherme Stephens costam "canecas portuguesas com tampa, asa e pé", de quartilho, meia canada e canada.
  • Origem/Historial: Transferência para o Estado Português dos bens outrora pertencentes às ordens religiosas, na sequência do Decreto de Extinção das mesmas e da Lei de Separação do Estado da Igreja.
  • Incorporação: Transferência (Conventos extintos). Louriçal
  • Centro de Fabrico: Marinha Grande

Bibliografia

  • BARROS, Carlos Vitorino da Silva - Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande: 2º Centenário. Lisboa: Fábrica Escola Irmãos Stephens, 1969
  • Ferreira, Manuela Maria Luís de Almeida, Eighteenth-century wheel-engraved glassware from Lisbon, in Post-Medieval Archaeology 39/2 (2005),233-242

Multimédia

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