Garrafa

  • Museu: Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo
  • Nº de Inventário: ME 1683
  • Super Categoria: Arqueologia
  • Categoria: Vidros
  • Autor: Autor desconhecido (Desconhecido)
  • Datação: Século 2/3
  • Técnica: Soprado
  • Dimensões (cm): Alt. 23,2 x Diâm. 9,5 x Esp. 0,1 - 0,25
  • Descrição: Garrafa de vidro entre o verde-alface e verde-musgo, de qualidade 2 (conforme Escala de Berger), com raras bolhas de ar e impurezas negras. Corpo sobre o cilíndrico, mais largo em cima que em baixo, com o fundo côncavo. Tem o gargalo alto e cilíndrico e o bordo é repuxado para fora e depois revirado para dentro. Asa de fita muito lisa, presa a partir do gargalo ao início do corpo. Forma aproximada ao Tipo Isings 51 B.
  • Origem/Historial: Esta garrafa possivelmente pertenceu à colecção da Biblioteca Pública de Évora, que foi originada pela colecção de Frei Manuel do Cenáculo. Provavelmente é um dos "Quinze frascos de vidro diversos na sua forma, sendo alguns lacrimatorioz" referenciados no inventário elaborado por António Francisco Barata (1890) com o título "Relação dos principais objectos contidos nas vitrines ou taceiraz do Museu", com o nº 19. Gabriel Pereira (1947) refere-a, num capítulo sobre os "OBJECTOS DE ARTE, ARQUEOLOGIA, RAROS E DE CURIOSIDADE, PRODUTOS NATURAIS", como estando em exposição na 1ª vitrine: "Frascos de vidro, de vários tamanhos e feitios, romanos, vasos de perfumes (ampulas, unguentários, etc.),". A 1 de Março de 1915 foi transferido, juntamente com a restante colecção, para o Museu de Évora.
  • Incorporação: Biblioteca Pública de Évora

Bibliografia

  • ALARCÃO, Jorge de - "Vidros romanos de museus do Alentejo e Algarve" in Conimbriga, 7, (nº55,est. VII): 1968
  • NOLEN, Jeannette U. Smit - Cerâmicas e Vidros de Torre de Ares - Balsa: Istituto Portugês de Museus, Museu Nacional de Arqueologia, 1994

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