Descrição: Paisagem fluvial. O céu luminoso de timbrismo dourado reflete-se nas águas espelhadas de um rio ladeado de vegetação. A cena lembra um final de tarde ou um amanhecer devido à tonalidade alaranjada e gradual com que o seu céu foi pintado.
A vegetação é abundante e densa e parece ser ela a conduzir a água ao seu destino. A sua tonalidade verde escura contrasta com a luminosidade do restante quadro. Aqui e ali surgem juncos que parecem brotar directamente do rio.
Trata-se de um registo fluvial imobilizado constituindo um recorte de um pedaço de ar livre. Testemunho da vocação paisagista do pintor que considerava as árvores e as águas motivos autónomos da pintura.
Incorporação: Fundo Antigo do Museu
Exposições
Silva Porto, 1850-1893: exposição comemorativa do centenário da sua morte
Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto
Exposição Física
O Poder da Paisagem. Olhar uma paisagem e pensar no mundo.
Viseu, MNGV, piso 0, salas de exposições temporárias (4 salas)