Chávena

  • Museu: Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves
  • Nº de Inventário: CMAG 270
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Cerâmica
  • Autor: Autor desconhecido (Desconhecido)
  • Técnica: A pasta crua é revestida de vidrado, depois de cozidos recebem os esmaltes.
  • Dimensões (cm): Alt. 6,3 x Diâm. 8,7
  • Descrição: Chávena de chá com pequeno pé, asa de secção quadrangular e parede arredondada, cintada a meio, sendo a parte superior mais larga e moldada formando uma espécie de canelado desigual que remata num bordo recortado, constituído por cinco chavetas contíguas. Foi executada numa porcelana branca e translúcida revestida de um vidrado transparente e quase incolor, excepto na extremidade do pé. É decorada no exterior, na face oposta à asa, com um ramo de flores em tons de rosa, vermelho ferro e beringela, alternados na borda. O bordo era coberto de dourado. O pires, bastante côvo, seguiu o mesmo princípio formal com a parte superior moldada, à semelhança da chávena, e retomaram, no fundo, a decoração do exterior desta e, na borda, a sua cercadura vegetalista.
  • Origem/Historial: Adquirida, juntamente com os inv.ºs n.º 271 a 281, por intermédio de Abel Pinto, em 6/7/1959, por 2.500$00 (dois mil e quinhentos escudos).Em 1965, as Finanças atribuíram ao conjunto de (Inv.º n.º 270 a 281) o valor de 12.000$00 (doze mil escudos). A peça foi incorporada em 18/8/1967 por auto de entrega e cessão de bens ao Estado.
  • Incorporação: Por testamento de 31 de Julho de 1964

Bibliografia

  • MATIAS, Maria Margarida Marques; Mota, Manuela - China e Islão. Gramáticas Decorativas. Lisboa: 1992
  • PINTO DE MATOS, Maria Antónia - A Casa das Porcelanas. Cerâmica chinesa da Casa-Museu Dr.Anastácio Gonçalves. Londres: Phipip Wilson/IPM, 1996

Exposições

  • China e Islão. Gramáticas Decorativas

    • Lisboa, Casa-Museu Anastácio Gonçalves
    • Exposição Física

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