Técnica: A pasta crua e revestida de vidrado, depois de cozidos recebem os esmaltes.
Dimensões (cm): Alt. 7 x Diâm. 6,2
Descrição: Chávena de forma europeia, com corpo quase cilíndrico, cuja parede arredondada, junto do pequeno pé, se alarga suavemente em direcção à boca; pequena asa com nervura saliente, executada em porcelana branca e fina, revestida de vidrado transparente, excepto na extremidade do pé. A decoração, em esmaltes da «família rosa» e ouro é constituída, na borda, por uma cercadura formada por dois cordões de folhas entrelaçados, um verde e outro beringela, donde pendem três raminhos de flores variadas, pintados com esmaltes em tons de rosa, beringela, azul e amarelo. Remata no bordo com tracejado dourado.
Origem/Historial: Adquirida a Guerreiro de Torres Vedras em 14/5/1946, juntamente com os CMAG 295 a CMAG 301, por 1.600$00. (mil e seiscentos escudos).
Em 1965, as Finanças atribuíram ao conjunto o valor de 3.000$00 (três mil escudos). A peça foi incorporada em 18/8/1967 por auto de entrega e cessão de bens ao Estado.
Incorporação: Por testamento de 31 de Julho de 1964
Bibliografia
MATIAS, Maria Margarida Marques; Mota, Manuela - China e Islão. Gramáticas Decorativas. Lisboa: 1992
PINTO DE MATOS, Maria Antónia - A Casa das Porcelanas. Cerâmica chinesa da Casa-Museu Dr.Anastácio Gonçalves. Londres: Phipip Wilson/IPM, 1996