Museu de Aveiro

  • Museu: Museu de Aveiro
  • Categoria: Edifícios e estruturas construídas culturais e recreativos
  • Datação: 1461/1910
  • Descrição: Edifício de planta em L invertido, composta por igreja e anexo conventual articulados, embora o grosso da estrutura se circunscreva num rectângulo constituído pela igreja, claustro e pátio interior articulando as antigas zonas do refeitório e dormitórios. Volumes diferenciados e coberturas em telhados de uma, duas, três e quatro águas. A fachada principal localiza-se no eixo que prolonga o corpo principal do edifício, sendo dupla, a exterior revestindo a primitiva, desenvolvendo-se em dois registos, divididos por frisos e cinco panos, simétricos, com entrada central, na qual se rasga portal nobre circunscrito por pilatras, com frontão semicircular interrompido, assente em consolas, com escudo e coroa real, rodeado por dois anjos. Nos panos exteriores, portais semelhantes ao principal, com frontão interrompido acima do friso que divide o registo e encimado por dois óculos quadrilobados. Se o piso térreo é assimétrico, quanto à abertura de vãos, alguns entaipados, o piso superior desenvolve um sistema de abertura de pares de janelões rectangulares, gradeados, com frontões interrompidos. Superiormente, e na correspondência das pilastras da ordem colossal, que dividem o marco arquitectónico, corre um entablamento dórico, inscrevendo no friso métopas e triglifos. No lado direito, abrem-se mais dois panos, correspondentes ao alpendre de acesso à igreja, assente em colunata coríntia de fustes estriados, de forma distinta no terço inferior, levantada em altos plintos e com remate em cornija, pináculos e platibanda. Neste espaço, as portas de acesso à sacristia e à igreja, esta ostentando moldura simples e cartela com as letras "IHS". O último pano corresponde à sacristia, com três vãos e remate corrido. Na fachada lateral direita, destaca-se o corpo da capela-mor, constituído por estrutura vertical com remate em empena, com pilastras nos cunhais, encimados por pináculos piramidais e cruz de hastes simples no vértice, contrastando com a cruz de hastes em flor-de-lis coroando a empena delimitadora do corpo da capela-mor. Segue-se outra sacristia e a zona conventual com dois pisos, rasgados por frestas capialçadas e portal de verga recta e dois pequenos ressaltos semicirculares. Superiormente, janelas de perfil rectilíneo com moldura de cantaria. Contraposto ao volume da capela-mor, um corpo rectangular, encontrando-se ambos unidos por muro e gradeamento. Fachada tardoz evolui em três andares, o primeiro com vãos desiguais, sendo, os superiores, constituindo janelas de sacada, mais ritmados. Remate em friso, cornija e platibanda. Internamente, salientam-se, face às modificações óbvias dos espaços para fins museológicos, a igreja e o claustro, com o respectivo refeitório e casa de lavor. IGREJA de nave rectangular com cobertura em caixotões, almofadados, em talha, que alternam com outros pintados. No lado do Evangelho, duas estruturas retabulares, divididas por duas telas pintadas, e silhar de azulejos decorativos, encimados por janela rectangular. Junto ao coro, o grande órgão. No lado da Epístola, porta de acesso à igreja, encimada por luneta pintada representando uma Sagrada Família, ladeada por telas pintadas e estrutura retabular. Junto ao coro, porta de acesso à zona conventual, emoldurada por colunelos finos e arco conopial. Arco triunfal a pleno centro, revestida por talha dourada, decorada com motivos fitomórficos, acede à capela-mor, profunda, com cobertura em falsa abóbada de lunetas, em talha dourada, constituindo pingentes. Nas paredes laterais, portas de acesso às primitivas sacristias, abertura de quatro fenestrações, as do lado do Evangelho falsas, existência de azulejo figurativo azule e branco e, no lado do Evangelho, três telas pintadas. Retábulo-mor de talha dourada, com enorme tribuna central assente em duas colunas com decoração fitomórfica. No interior da tribuna, trono de cinco degraus, enquadrado por uma estrutura arquitectónica em talha, com nicho central, ladeado por duas colunas e duas mísulas com imaginária, encimadas por baldaquino. Na base da tribuna, sacrário em forma de templete e, sobre a banqueta, seis tocheiros ladeiam o Crucificado. Altar paralelepipédico com frontal entalhado, ostentando motivos fitomórficos. CORO-ALTO constituído por cobertura em masseira, apainelada, iluminado por janelas capialçadas. às paredes encosta-se o cadeiral em duas fiadas e, junto à grade, um órgão positivo com decoração acharoada. A grade é envolta por estrutura de talha em dois registos, no inferior quatro colunas coríntias e, superiormente, um Cristo Curcificado ladeado pelas figuras relevadas da Virgem, Santa Maria Madalena e São João Evangelista, emolduradas por estrutura em volta perfeita. Lateralmente, dois nichos com o mesmo tipo de moldura. CORO-BAIXO ostenta tecto artesoado com molduras em talha, paredes com embutidos e o túmulo da princesa Santa Joana, em mármores embutidos polícromos, constituído por arca paralelepipédica com soco rectangular, erguida por quatro "putti", base, estrutura e cornija profusamente decoradas por motivos vegetalistas. Em cada face forma um painel interior tendo nas extremidades mísulas alongadas decoradas com folhas de acanto. Tampa com remate superior em duplo frontão interrompido, com escudo real suportado por dois anjos. CLAUSTRO adintelado de dois pisos, desenvolvendo colunata jónica de fuste liso com correspondência de finas colunas pseudo-toscanas no piso superior e implantação central de chafariz com obelisco, em área rebaixada. Ao longo do piso térreo rasgam-se capelas de diferentes dimensões com portais arquivoltados e ogivais. REFEITÓRIO de planta rectangular, mantendo a estrutura para leitura, constituída por vão com balcão assente em duas colunas e com acesso por dois degraus. Tecto plano e iluminação através de duas janelas em capialço, sendo as paredes revestidas em azulejo padrão azul e branco, mantendo as mesas e bancos corridos, assentes em consolas volutadas. SALA DE LAVOR possui tecto plano, sendo integralmente revestida a talha e telas pintadas, divididas por quarteirões. Na parede frontal à porta de acesso, surge um pequeno altar, com tela representativa da morte de Santa Joana, ladeada por duas mísulas com imaginária. Do valiosíssimo espólio do Museu de Aveiro, destaca-se a escultura pétrea (Túmulo de D. João de Albuquerque, século XVI inicial), fragmentos de estatuária da renascença coimbrã, a escultura em madeira - uma Virgem e o Menino gótica, dos inícios de quinhentos - o célebre retrato da Princesa Santa Joana, da segunda metade do século XV, a rica pintura quinhentista, seiscentista ( com a obra maneirista de António André ) e setecentista, para além das peças de ourivesaria e dos revestimentos em talha dourada pedrina e joanina e da azulejaria setecentista de fabrico coimbrão. Surgem vários presépios e imagens em terracota, entre os quais uma Sagrada Família, atribuível a António Ferreira. A exposição deste espólio, assim como todo aquele que aqui não se encontra referido, e os diversos serviços desenvolvem-se entre o piso térreo, de recepção, galeria da pedra, biblioteca, pátio do poço, cafetaria, auditório, serviços educativos e sala de exposições temporárias. No piso -1 encontram-se as áreas técnicas de AVAC, a reserva de inorgânicos e uma sala de trabalho/carpintaria. No primeiro piso encontra-se a exposição permanente, iniciando com o núcleo dedicado à iconografia da Princesa Santa Joana, salas temáticas de manuscritos, têxteis e ourivesaria, e um circuito de nove salas intercomunicantes, nas quais se desenvolve cronologicamente a exposição do acervo do museu, desde o século XV ao XIX. Existem ainda neste piso 1, o coro-alto, com as capelas anexas da Senhora da Conceição e do Rosário, e ainda a capela do Senhor dos Passos. O segundo piso contempla a área de serviços técnicos e administrativos, reservas e laboratório de restauro.
  • Origem/Historial: O edifício, cujo início de construção se deu em 1461, foi convento dominicano de clausura até 1834, altura em que são extintas as Ordens Religiosas. Em 1874 morre a ultima religiosa professa e o convento fica à guarda das Terceiras Dominicanas. Sob orientação da Madre Inês Champalimaud Duff, em 1884, nasce nas suas instalações o Colégio de Santa Joana Princesa, que perdurará até 1909. Com a Republica, a 12 Junho, a comunidade é dissolvida e o estado toma posse dos respectivos bens e através de Decreto de 16 do mesmo mês a sua igreja e coro baixo, no qual se inclui o túmulo da Princesa Santa Joana, são declarados monumento nacional. A 23 de Agosto de 1911, e publicado no DG Nº 198, de 25 deste mês, os ministros Afonso Costa e José Relvas determinam que seja cedido o edifício à edilidade aveirense para que nele se instale um museu regional de arte antiga e moderna. No entanto a estrutura camarária foi incapaz de concretizar esta determinação pelo que, a 7 de Junho de 1912, o Estado chama a si a sua instalação e conservação. Passa assim a ser dirigido primeiramente por uma Comissão instaladora, chefiada por José Augusto Marques Gomes, e posteriormente através da nomeação de Directores. Em 1925 iniciam-se diversas campanhas de obras que visam adaptar as estruturas conventuais e colegiais a museu, sendo as mais significativas as de 1925, 1932-6, 1956-9, dirigidas pelos Monumentos Nacionais. É objecto de novas obras de ampliação e requalificação, com o aumento de áreas destinadas a exposições temporárias, serviços educativos, biblioteca, auditório e cafetaria e um novo programa de exposição permanente que se iniciaram a 1 de Julho de 2006, com um projecto de autoria do Arquitecto Alcino Soutinho. Foi decretado ZEP (Zona Especial de Protecção), por Decreto publicado no Diário do Governo n.º 108 de 06 de Maio de1961 e afecto ao Instituto Português de Museus em 1997, pelo Decreto-Lei 161/97, de 26 Junho. Cronologia: 1458 - D. Brites Leitão funda o convento dominicano 1460 - D. Mécia Pereira participa na fundação, alargando os seus bens 1461, 16 de Maio – Autorização papal por Pio II 1462 - Cerimónia do lançamento da primeira pedra pelo rei D. Afonso V e início da construção da fase medieval 1465 - Procedeu-se à clausura oficial 1472 - A princesa infanta D. Joana, filha de Afonso V, recolhe-se no convento 1480 - Morte da fundadora D. Brites Leitoa 1490 - Morre a Infanta Santa Joana Séc. XVI - (re)construção renascentista do claustro nobre 1547 / 1548 - Cartas da Prioresa para se derrubarem umas casas que estavam junto da cerca do convento 1592 - Francisco de Tavares reedifica a capela-mor 1600 - D. Inês de Noronha patrocina a muragem da cerca 1641 – Aveiro é Vila Nobre e Notável 1689 - Na Casa de Lavor é criada uma capela, por ser neste local que falecera a infanta D. Joana 1699 / 1711 - O arquitecto João Antunes reforma o coro-baixo e túmulo da Princesa 1720 - Nova ampliação da capela-mor 1728 - Pinturas da igreja pelo pintor portuense, Manuel Ferreira e Sousa 1731 - Data inscrita nos caixotões e espaldar de chinnoiserie do coro-alto, por encomenda de Soror Catarina de Jesus 1734 - Data numa cartela da Casa de Lavor, indica a época da sua remodelação decorativa 1743 / 1744 - Datas identificadas com as ampliações da ala poente do claustro 1751 - Séc. XVIII, 2ª metade –Fachada da ala poente – Priorado de Sóror Paula da Jesus (1749-1753) 1759 – Elevação de Aveiro a Cidade que corresponde ao Priorado de Sóror Angélica do Paraíso (1757-1761) 1784 - Execução do órgão que está no coro-alto e deveria ter estado inicialmente na Capela de Nossa Senhora da Conceição 1833 – Determinação da proibição de novas profissões nos conventos femininos 1834 – Decreto de Extinção das Ordens Religiosas 1859 – Primeiro inventário, após a extinção das Ordens em 1834, confirmado e assinado pela Madre Henriqueta dos Anjos Barbosa – “Auto de abertura da descripção e avaliação das alfaias e mais objectos preciosos pertencentes ao Convento de Jesus de Aveiro” 1874 – Termina a clausura com a morte da última religiosa (Madre Henriqueta Barbosa) e é pedida autorização para que o mosteiro seja convertido em Colégio de educação de meninas (Colégio de Santa Joana), o que se torna realidade em 1884 1874 – Segundo Inventário por morte da Madre Henriqueta 1877 - Criação da Real Irmandade de Santa Joana Princesa 1877 – Novo Inventário 1880 – Inventário Addicional 1882 - Início do funcionamento do colégio como externato para crianças pobres 1895 – Joaquim de Vasconcellos identifica o retrato de Santa Joana que se encontrava no coro-alto. 1910, 12 Jun. - Dissolução da comunidade do Colégio e tomada de posse dos respectivos bens 1910, 16 de Junho - MN, Dec. 16-06-1910 1910, 21 Junho - O mosteiro é fechado e lacrado 1910, 23 Junho - DG 136 1911- Joaquim Melo Freitas propõe ao Governo Provisório a criação de um Museu municipal ou distrital 1911 – A pedido do então Governador Civil, Rodrigo Rodrigues, a proposta de Melo Freitas torna-se realidade 1911, desde - Espaço museológico 1914, 16 de Janeiro – É nomeada a Comissão Instaladora do museu. É sugerido que o museu seja dirigido por João Augusto Marques Gomes, arqueólogo e historiógrafo. O museu é instalado na igreja e dependências de valor histórico do mosteiro. 1922 – Inventário dos bens pertencentes ao Museu, no período final da direcção de Marques Gomes, organizado por secções que correspondem às Salas de Exposição 1923 – Inicio da direcção de José Pereira Tavares 1925 – Director: Alberto Souto Ratola 1925 – Iniciam-se obras de adaptação 1930 – Demolição das paredes das celas para criação de salas de exposição; consolidação da base do tumulo de Santa Joana 1932 – Projecto amplo de obras pelo Eng.º Álvaro Vieira Soares David e pelo Eng.º/Arq.to Manuel Lima Fernandes de Sá 1935 – Consolidação das paredes-mestras do corpo do edifício e reconstrução completa do coro-alto 1936 - Obras de beneficiação geral do Museu 1935-1936 – Primeira intervenção de beneficiação do retrato de Santa Joana. 1942 – Novo Inventário, com Alberto Souto. 1946 - Reposição das campas das fundadoras na igreja 1956 - Obras de grande vulto, pelos Serviços dos Monumentos Nacionais, DGEMN 1957 / 1958 - Obras de restauro pelos Serviços do Monumentos Nacionais 1958 – António Manuel Gonçalves, Director 1959 - Obras de reparação geral do Convento, pelos Serviços de Construção e Conservação 1961 – ZEP, DG 108 de 06 Maio 1961 1967 – Nova intervenção de restauro no retrato de Santa Joana, levantamento de repintes. 1980- 2 de Janeiro a 18 de Novembro, nova intervenção de restauro no Retrato, por Manuel Reis Santos, Chefe de Oficina de Pintura 1982 – Construção dos lavabos e sala de espera; arranjo da portaria e acessos 1984 – Maria Clementina Carvalho Quaresma, Directora 1986 – Instalação geral de iluminação e alarmes de intrusão e incêndio 1992, Janeiro – Maria de Tavares Lobato Guimarães, Directora 1997 – Afectação ao IPM I, DL 161/97, de 26 Junho 1998 - Tratamento da envolvente: mudança da estátua da padroeira da cidade para outro local, colocação de calçada à portuguesa 1999 até 2009- Conclusão do projecto de remodelação do espaço interior do convento, pelo Arquitecto Alcino Soutinho, iluminação exterior 2006 - obras de ampliação e requalificação: aumento de novas áreas destinadas a exposições temporárias, serviços educativos, biblioteca, auditório e cafetaria; obras de restauro na área monumental do antigo convento de Jesus (em curso). 2006, 01 Julho - encerramento do museu, pelo período de 3 anos, para obras de ampliação e requalificação. 1911- Fundação do Museu 1925-1936 - Obras de beneficiação geral 1946 - Reposição das campas das fundadoras na Sala do Capítulo Novo 1956 - Obras de grande vulto, pelos Serviços dos Monumentos Nacionais 1957 / 1958 - Obras de restauro pelos Serviços do Monumentos Nacionais 1959 - Obras de reparação geral do Convento, pelos Serviços de Construção e Conservação 1998 - Tratamento da envolvente: mudança da estátua da padroeira da cidade para outro local, colocação de calçada à portuguesa 1999, até - Conclusão do projecto de remodelação do espaço interior do convento, pelo Arquitecto Alcino Soutinho, iluminação exterior 2006 - Obras de ampliação e requalificação: aumento de novas áreas destinadas a exposições temporárias, serviços educativos, biblioteca, auditório e cafetaria.

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