Descrição: Tigela vulgar em barro, com pequena base circular. No interior, vestígios de massa branca.
Origem/Historial: Proveniente da "Olaria do Casal do Mota", situada no Areal (Nazaré), que foi gerida por três gerações de oleiros, iniciando com António Mota, seguindo-se Virgílio da Mota. Era dedicada sobretudo à produção de peças para uso doméstico e decorativo, utilizadas pelas gentes locais, ou vendidas na própria olaria, nas ruas e nas feiras da região, mantendo-se em atividade durante mais de três quartos de século. Em 1979, já tinha cessado laboração, vindo o edifício a ser demolido em 15 de março de 1980, apesar dos esforços do Museu Dr. Joaquim Manso para a sua preservação com vista a integrar um Roteiro Museográfico da Nazaré (Saavedra Machado, 1979).
Incorporação: Oferta da Família de Margarida C. Macatrão.
Margarida Correia Rato Macatrão, viúva de um dos filhos do proprietário – Mota - e legítima herdeira e proprietária (1979) da olaria. Residente no Brasil
Centro de Fabrico: Casal do Mota
Bibliografia
MACHADO, Jõao L. Saavedra - Páginas Museológicas. III - O Museu do Dr. Joaquim Manso e o Artesanato Local. Coimbra: Serv.Mun. de Cult. e Tur. de Coimbra e Inst. Port.Pat.Cult., 1982
Exposições
A Olaria do Casal do Mota. A última olaria da Nazaré