Técnica: Porcelana moldada, com decoração pintada a vermelho ferro, dourado, preto, roxo, azul e verde
Dimensões (cm): Comp. 17,4 x Alt. 12,5 x Larg. 11
Descrição: Cão deitado, voltado para a esquerda, com a cauda enrolada, orelhas caídas e boca entreaberta. No dorso eleva-se um suporte para paus de incenso, cónico, de bordo revirado para o exterior e ressalto na zona inferior.
Porcelana branca com decoração polícroma. Corpo do cão de fundo vermelho ferro, com tom mais claro no peito e coberto de linhas mais escuras para dar a ideia de pêlo. Pormenores do focinho - sobrancelhas, nariz, ponta das orelhas, bem como a extremidade da cauda, dourados; olhos e unhas das patas pretos e boca contornada a roxo. Piveteiro com fundo branco, barra azul no ressalto e barra central verde entre filetes dourados, seguida de pontas de lança azuis.
Origem/Historial: Aquisição em 1967 realizada através do Fundo João Chagas. Este fundo resultou de uma
doação ao Estado feita em 1941 por Maria Teresa Chagas, em memória de seu marido, João Pinheiro Chagas. Consistiu no rendimento líquido de um prédio no Estoril que passaria a ser destinado à
aquisição de obras de arte e melhoramentos em benefício do Museu Nacional de Soares dos Reis.
Incorporação: Compra a um particular através do Fundo João Chagas (a verba diz respeito ao par)
Centro de Fabrico: China
Bibliografia
BEURDELEY, Michel - Porcelaine de la Compagnie des Indes. 4ª ed.. Fribourg: Office du Livre, 1982
BRANCANTE, E.F. - O Brasil e a Cerâmica Antiga. S. Paulo: 1981
CARNEIRO, José Manuel Martins - Porcelanas Orientais do Palácio Nacional da Pena. Lisboa: I.P.P.C., 1989
LION-GOLDSCHMIDT, Daisy - Les Poteries et Porcelaines Chinoises. 2ª ed.. Paris: P.U.F., 1978