Frasco

  • Museu: Museu Nacional Soares dos Reis
  • Nº de Inventário: 293 Vid CMP/ MNSR
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Vidros
  • Autor: Autor desconhecido (-)
  • Datação: 1770/1800
  • Técnica: Vidro lapidado
  • Dimensões (cm): Alt. 20,5
  • Descrição: Frasco de forma esférica com tampa de rosca, em vidro incolor transparente. Base redonda com estrangulamento no pé, depósito esférico, tampa encimada por argola em forma de corda. Lapidado em todo bojo com motivos de flores, pétalas radiadas e diferentes ornatos estilizados.
  • Origem/Historial: Em Janeiro de 1909 a Câmara Municipal do Porto adquiriu as colecções de António Moreira Cabral. A aquisição foi procedida de um exame e avaliação realizadas por uma comissão composta por João Marques d'Oliveira, A.A. Rocha Peixoto e Joaquim de Vasconcelos, que elaborou um documento "Relatório, e Parecer", seguido de inventário e avaliação das colecções, que integravam diversas secções: cerâmica, mobiliário, vidros e cristais, ourivesaria e objectos vários. Esta peça foi descrita no Inventário de "Vidros e Crystaes", com o n.º 140, "Um frasco bojudo facetado em rosáceas". As peças foram incluídas no inventário geral do Museu Municipal do Porto de 1938-39, cujo acervo foi depositado no Museu Nacional de Soares dos Reis em 1940-41, conforme o disposto no Decreto-Lei 27/879 de 21 de Julho de 1937.
  • Incorporação: Depósito da Câmara Municipal do Porto no Museu Nacional de Soares dos Reis.

Bibliografia

  • BARROS, Carlos Vitorino da Silva - Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande II Centenário 1769-1969. Lisboa: INII, 1969
  • CUSTÓDIO, Jorge - A Real Fábrica de Vidros de Coina [1719-1747] e o Vidro em Portugal nos séculos XVII e XVIII. Aspectos históricos, tecnológicos, artísticos e arqueológicos.. Lisboa: IPPA, 2002

Exposições

  • Exposição Inaugural

    • Museu do Vidro da Marinha Grande
    • Exposição Física
  • Exposição de Longa Duração MNSR

    • Exposição Física

Multimédia

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