Técnica: Faiança rodada, com esmalte estanífero anilado e decoração pintada a verde, azul, amarelo e vinoso.
Dimensões (cm): Alt. 31,8 x Diâm. 14,6
Descrição: Jarra rodada, em forma de balaústre, com estrangulamento na ligação ao pé, que é revirado para o exterior e colo curto, cilíndrico.
Faiança com esmalte anilado e decoração pintada a azul, verde, amarelo e vinoso. Bojo decorado, na frente, com paisagem com um pagode por trás de uma vedação, assente sobre dois rochedos e com um grande ramo de flores ao lado, que ocupa toda a superfície até ao ombro. No colo, cercadura de elementos geométricos formando losangos.
Origem/Historial: Esta peça pertenceu à colecção de Joaquim Vitorino Ribeiro, comprada pelo Museu Municipal do Porto em 1913.
Faz parte do inventário parcial nº1, feito em 1919, dedicado exclusivamente a esta colecção.
As peças desta colecção foram mais tarde incluídas no Inventário Geral do Museu Municipal do Porto de 1938/39, cujo acervo foi depositado no Museu Nacional de Soares dos Reis em 1940/41, conforme o disposto no Decreto-Lei 27.879 de 21 de Julho de 1937.
Incorporação: Depósito da Câmara Municipal do Porto no Museu Nacional de Soares dos Reis
Centro de Fabrico: Porto (?)
Bibliografia
FERNANDES, Isabel Maria; RIBEIRO, Manuela; REIMÃO, Rute e CALADO, Rafael Salinas - Faiança Portuguesa do Ateneu Comercial do Porto. Porto: Ateneu Comercial do Porto, 1997
SANDÃO, Arthur de - Faiança Portuguesa.Séculos XVIII-XIX, vol.II: Livraria Civilização, 1985
O Exótico nunca está em casa? A China na faiança e no azulejo portugueses (séculos XVII-XVIII) [Cat. Exp.]. Lisboa: MNAz, 2013
Exposições
O exótico nunca está em casa? A China na faiança e azulejo portugueses, séculos XVII-XVIII