Copo

  • Museu: Museu Nacional Soares dos Reis
  • Nº de Inventário: 252 Vid CMP/ MNSR
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Vidros
  • Autor: Autor desconhecido
  • Datação: 1719/1767
  • Técnica: Vidro gravado à roda
  • Dimensões (cm): Alt. 17,2 x Larg. 10
  • Descrição: Copo de vidro incolor transparente, forma troncocónica e base plana. Decoração gravada à roda em todo o depósito, com motivos muito estilizados, divididos em dois frisos horizontais de motivos florais e delimitados por ornamento em ziguezague. Superiormente, remate de friso de pétalas estilizadas. Produção de coparia nacional setecentista.
  • Origem/Historial: Em Janeiro de 1909 a Câmara Municipal do Porto adquiriu as colecções de António Moreira Cabral. A aquisição foi precedida de um exame e avaliação realizadas por uma comissão composta por João Marques d'Oliveira, A.A. Rocha Peixoto e Joaquim de Vasconcelos, que elaborou um documento "Relatório, e Parecer", seguido de inventário e avaliação das colecções, que integravam diversas secções: cerâmica, mobiliário, vidros e cristais, ourivesaria e objectos vários. Esta peça foi descrita no Inventário de "Vidros e Crystaes", com o n.º 140, «Um copo grande de crystal, lavrado». As peças foram incluídas no inventário geral do Museu Municipal do Porto de 1938-39, cujo acervo foi depositado no Museu Nacional de Soares dos Reis em 1940-41, conforme o disposto no Decreto-Lei 27/879 de 21 de Julho de 1937.
  • Incorporação: Depósito da Câmara Municipal do Porto no Museu Nacional de Soares dos Reis.

Bibliografia

  • CUSTÓDIO, Jorge - A Real Fábrica de Vidros de Coina [1719-1747] e o Vidro em Portugal nos séculos XVII e XVIII. Aspectos históricos, tecnológicos, artísticos e arqueológicos.. Lisboa: IPPA, 2002

Exposições

  • Depois de beber cada hum dá seu parecer - servir bebidas, II Ciclo de Arte da Mesa

    • Casa-Museu Guerra Junqueiro
    • 17/12/2015 a 18/5/2016
    • Exposição Física

Multimédia

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