Técnica: Vidro soprado, facetado, dourado, e pintado com esmate policromado
Dimensões (cm): Alt. 13,1 x Larg. 6, 5
Descrição: Cálice de base redonda, pé alto e facetado. Nó na base e no depósito, facetado com motivos de flores rosa e brancos, suspensos em laços e grinaldas. Bordo dourado.
Origem/Historial: Em Janeiro de 1909 a Câmara Municipal do Porto adquiriu as colecções de António Moreira Cabral. A aquisição foi procedida de um exame e avaliação realizadas por uma comissão composta por João Marques d'Oliveira, A.A. Rocha Peixoto e Joaquim de Vasconcelos, que elaborou um documento "Relatório, e Parecer", seguido de inventário e avaliação das colecções, que integravam diversas secções: cerâmica, mobiliário, vidros e cristais, ourivesaria e objectos vários.
Esta peça foi descrita no Inventário de "Vidros e Crystaes", com o n.º 225" Um cálice com desenhos a lilás, doirado".
As peças foram incluídas no inventário geral do Museu Municipal do Porto de 1838-39, cujo acervo foi depositado no Museu Nacional de Soares dos Reis em 1940-41, conforme o disposto no Decreto-Lei 27/879 de 21 de Julho de 1937.
Incorporação: Depósito da Câmara Municipal do Porto no Museu Nacional de Soares dos Reis.
Centro de Fabrico: Espanha
Bibliografia
RICART, J. Gudiol; ARTÍNANO, P. M. - Vidrio, Resumen de la Historia del Vidrio. Barcelona: (S/N), 1935