Galheteiro
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Museu: Museu do Abade de Baçal
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Nº de Inventário: 947
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Super Categoria:
Arte
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Categoria: Cerâmica
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Autor:
Autor desconhecido (-)
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Datação: Século 19
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Técnica: Moldada; Rodada; Vidrada
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Dimensões (cm): Comp. 17,9 x Alt. 22,7 x Larg. 19,6
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Descrição: Galheteiro em faiança policroma (verde, amarelo, azul, castanho, laranja) sobre fundo branco.
Peça rodada, moldada e vidrada com pega moldada constituída por dois componentes:
Base - composta por quatro recipientes cilíndricos, dois maiores com acentuação no frete e dois menores em calota esférica, base cintada e tampa em calota rebaixada com aba saliente e pega em botão ligados simetricamente em cruz, com os bordos ao mesmo nível. Ao centro uma pega cilíndrica bifurcada na parte superior formando duas volutas unidas por botão decoradas por faixas cheias e filetes. Contentores das galhetas e especieiros decorados no bojo com faixa de registo vegetalista filete descontínuo; decoração que se repete nas tampas;
Galhetas - Bojo esférico assente em frete ligeiramente reentrante, colo cilíndrico elevado com bico acentuado. Asa saliente com perfil auricular com canelura central. Tampas de encaixe de forma cónica com prolongamento formando bico, rematado por botão. Bojo decorado por filetes concêntricos simples e faixa cheia; decoração que se repete na face do botão da tampa. A decoração do colo e da tampa de uma galheta repete a utilizada na base e tampa dos especieiros. A tampa da outra galheta não faz parte do conjunto. A tampa da galheta está partida.
Falha da policromia e vidrado.
Marca V a amarelo na base do galheteiro
Marca v a manganês na base das galhetas.
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Origem/Historial: Segundo as Actas do Colóquio, O Abade de Baçal é feita referência à quantia de 2000$00, paga ao Dr. Cagigal por várias peças de louça antiga e moderna, em 31 de Outubro de 1927.
Objeto de ação de conservação e restauro por António Ricardo Manta Simões em 2000.
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Incorporação: Colecção Cagigal
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Centro de Fabrico: Viana
Bibliografia
- JACOB, João Manuel Neto (coord.) - Actas do Colóquio, O Abade de Baçal. Bragança: Artegráfica Brigantina, 1999