Presépio de Trono

  • Museu: Museu Nacional de Etnologia
  • Nº de Inventário: AQ.671
  • Super Categoria: Etnologia
  • Categoria: Artes plásticas
  • Autor: Autor desconhecido (-)
  • Datação: Século 20
  • Técnica: A especificação da técnica encontra-se no campo do Historial.
  • Dimensões (cm): Alt. 35 x Larg. 28
  • Descrição: Presépio em barro policromado, representando um trono constituído por três degraus onde estão dispostas nove figuras igualmente em barro policromado. O presépio apresenta três degraus encimados por um espaldar de formato rectangular, que apresenta no seu topo um destaque tronco-cónico ladeado por formas ondulares de tonalidade azul e branca. O espaldar apresenta também, dois rectângulos incisos com as extremidades superiores arredondadas e dispostos paralelamente. Dentro dessas formas, encontram-se pintados..... Na intersecção do primeiro e do último degrau, nas suas extremidades, encontram-se destaques de formato ondular de tonalidade azul e branca. Os degraus exibem a cor verde, branca e vermelha com alguns motivos pintados de azul. O espaldar apresenta a tonalidade branca, decorado com flores e ramagens pintadas de vermelho, e por uma barra composta por triângulos incisos de cor igualmente vermelha e azul. Cada degrau que compõe o presépio, apresenta três figuras dispostas paralelamente. O primeiro degrau a contar de baixo, exibe à direita a Virgem, ao centro um pastor ajoelhado e à esquerda S. José. A virgem e S. José assentam numa base oval de tonalidade verde, com as extremidades recortadas. O pastor assenta numa base rectangular de tonalidade verde com o rebordo pintado de laranja. A figura da Virgem apresenta um vestido com forma tronco-cónica, ligeiramente alongado na parte treseira. Os membros superiores apresentam-se arqueados para dentro, com as mãos juntas e postas junto ao peito. As mãos apresentam linhas incisas representando os dedos. O pescoço é de formato cilíndrico. A cabeça apresenta dois pontos negros que representam os olhos, encimados por dois traços e duas sobrancelhas igualmente negras. O nariz é triangular em relevo e a boca apresenta lábios delineados e enchidos com cor vermelha. De cada lado da face é visível uma rosácea alaranjada. Na cabeça figura ainda cabelo de tonalidade negra, encimado por um manto que cobre a cabeça da figura e pende até à altura dos ombros. A figura ostenta um vestido azul decorado com uma fita na cintura com as pontas pendentes e a fazer nó na parte frontal do tronco, de tonalidade amarela, três pontos igualmente amarelos junto a cada uma das mãos, figurando botões de punho, e ainda uma gola da mesma cor com linhas e pontos azuis a decorá-la. O manto que lhe cobre a cabeça apresenta a tonalidade azul com manchas amarelas e pintas brancas na sua extremidade. O pastor apresenta, duas botas altas, dois membros inferiores flectidos para trás e o tronco cilindriformes. Os membros superiores apresentam-se arqueados para dentro, com as mãos postas junto ao peito. As mãos apresentam linhas incisas representando os dedos. O pescoço é de formato cilíndrico. A cabeça apresenta dois pontos negros que figuram os olhos, encimados por dois traços e duas sobrancelhas igualmente negros. O nariz é triangular em relevo e a boca apresenta lábios delineados e enchidos com cor vermelha. De cada lado da face é visível uma rosácea alaranjada. Na cabeça figura ainda, cabelo de tonalidade negra. A figura do pastor apresenta botas de tonalidade castanha com pequenas linhas incisas na parte lateral exterior pintadas de castanho mais escuro, podendo figurar a sua abertura, calças e camisola azuis. A camisola apresenta contornos negros, uma gola alta e larga de cor branca, com linhas incisas, dois destaques semi-esféricos de tonalidade amarela, figurando botões e as pontas reviradas para fora. Apresenta ainda, um pelico alentejano que cai até a altura da coxa, picotado para figurar o pelo e com mangas de formato circular. O pelico ostenta a cor castanha com contornos cinzentos, e ainda nove pontos negros, dispostos longitudinalmente na parte frontal do tronco, figurando botões. Existem ainda, outros dois pontos negros junto a cada uma das mãos, que figuram botões de punho. Junto às pernas do pastor está encostado um chapéu negro com aba circular larga, ligeiramente revirada e com copa de formato semi-esférico. S. José apresenta, duas botas altas, dois membros inferiores flectidos para trás e o tronco cilindriformes. Os membros superiores apresentam-se arqueados para dentro, com a mão esquerda posta no peito e a direita a segurar um segmento recto em arame encimada por um destaque com formas cónicas e ovais de tonalidade verde e amarela, podendo figurar folhagem. As mãos apresentam linhas incisas representando os dedos. O pescoço é de formato cilíndrico. A cabeça apresenta dois pontos negros que figuram os olhos, encimados por dois traços e duas sobrancelhas castanhas. O nariz é triangular em relevo e a boca apresenta lábios delineados e enchidos com cor vermelha. De cada lado da face é visível uma rosácea alaranjada. Na cabeça figura ainda, barba de tonalidade castanha, e cabelo da mesma cor enrolado na parte da nuca. A figura ostenta botas de cor negra e meias brancas, um vestido azul decorado na sua extremidade por um destaque cilíndrico com linhas incisas, figurando folhos e punhos amarelos. Na cintura exibe ainda, uma fita com as pontas pendentes e a fazer nó na parte frontal do tronco, de cor igualmente amarela. O vestido apresenta ainda, uma gola amarela com linhas e pontos incisos, representando folhos. Dos ombros da figura, pende para trás um destaque de formato rectangular com os cantos inferiores arredondados, de tonalidade grená com extremidade amarela, figurando uma capa que se estende até aos pés da figura. O segundo degrau, apresenta um pastor com uma ovelha à direita, o berço com o menino ao centro e um pastor que segura uma cesta com três galinhas à esquerda. Os pastores assentam numa base rectangular de tonalidade verde e rebordo pintado de laranja. O pastor da direita apresenta, duas botas altas, dois membros inferiores e o tronco cilindriformes. Os membros superiores apresentam-se arqueados para dentro, com as mãos segurando uma ovelha pelas suas patas. As mãos apresentam linhas incisas representando os dedos. O pescoço é de formato cilíndrico. A cabeça apresenta dois pontos negros que figuram os olhos, encimados por dois traços e duas sobrancelhas igualmente negros. O nariz é triangular em relevo e a boca apresenta lábios delineados e enchidos com cor vermelha. De cada lado da face é visível uma rosácea alaranjada. Na cabeça figura ainda, cabelo de tonalidade negra, encimado por um chapéu igualmente negro com aba circular larga, ligeiramente revirada nas partes laterais e com copa de formato tronco-cónico. A ovelha é constituída por dois membros dianteiros e traseiros cilindriformes, corpo igualmente cilindriforme e uma cauda. O pescoço é de formato cilíndrico. A cabeça do animal apresenta um focinho alongado de forma cilíndrica, no qual são visíveis dois olhos, uma linha recta incisa de cor vermelha que representa a boca e dois pontos incisos que figuram as narinas. Na cabeça figuram ainda, dois destaques em forma de arco, de cor amarela que representam os seus chifres. O animal ostenta a cor branca com manchas castanhas, e também pontos incisos, figurando a lã. A figura do pastor apresenta botas de tonalidade castanha com pequenas linhas incisas na parte lateral exterior pintadas de negro, podendo figurar a sua abertura, calças negras e camisola azul. A camisola apresenta contornos castanhos, uma gola de cor branca com linhas incisas e dois destaques semi-esféricos de tonalidade amarela, figurando botões. Apresenta ainda, um pelico alentejano que cai até a altura da coxa, picotado para figurar o pelo e com mangas de formato circular. O pelico ostenta a cor castanha com contornos cinzentos, e ainda dez pontos amarelos, dispostos longitudinalmente e paralelamente em grupos de cinco na parte frontal do tronco, figurando botões. Existem ainda, outros dois pontos castanhos junto a cada uma das mãos, que figuram botões de punho. O Menino encontra-se despido e deitado sobre o seu lado direito, ostentando dois pés rectangulares com linhas incisas, figurando os dedos e dois membros inferiores de formato cilindriforme, cruzados, estando o esquerdo sobreposto ao direito. O menino apresenta ainda, um tronco cilindriforme, ostentando um ponto inciso, na parte inferior, que figura o umbigo. Os dois membros superiores cilindriformes, apresentam-se flectidos para dentro, sendo que o esquerdo encontra-se apoiado no peito, e o direito a apoiar a cabeça. As mãos apresentam linhas incisas representando os dedos. O pescoço é de formato cilíndrico. A cabeça apresenta dois pontos negros que figuram os olhos, encimados por dois traços de cor castanha que figuram as sobrancelhas. O nariz é triangular em relevo e a boca apresenta lábios delineados e enchidos com cor vermelha. De cada lado da face é visível uma rosácea alaranjada. Na cabeça figura ainda, cabelo de cor amarela. O berço apoiado em quatro pés cilindriformes, apresenta um formato semi-circular e exibe no seu interior uma manta de tonalidade branca, com extremidades recortadas e decoradas com círculos incisos de cor azul, e também uma almofada, igualmente de tonalidade branca com extremidades recortadas e decoradas com linhas azuis, nas quais se encontra o Menino deitado. O berço exibe também, um espaldar alto de formato semi-circular, decorado na sua extremidade por um destaque de formas onduladas, figurando folhos. Nas extremidades laterais do berço encontram-se duas galinhas e nas extremidades do espaldar encontra-se também, um galo ladeado por mais duas galinhas. Os animais encontram-se voltados para o Menino deitado. As galinhas apresentam dois segmentos de arame que figuram as patas, corpo ovóide onde figuram duas asas recolhidas, cauda esticada e bifurcada e um pescoço tronco-cónico, onde figura um laço de cor azul. A cabeça exibe dois olhos circulares pintados e um bico amarelo de forma cónica. São pintadas com tonalidade branca, ornamentadas com pintas e linhas de cor negra que representam as penas. O galo apresenta dois segmentos de arame que figuram as patas, corpo ovóide onde figuram duas asas recolhidas, cauda erguida de contornos superiores recortados e um pescoço tronco-cónico. A cabeça exibe uma crista e um papo de tonalidade vermelha, dois olhos circulares pintados e um bico amarelo de forma cónica. O animal exibe a cor branca, ornamentado com pintas e linhas de tonalidade negra que representam as penas. O berço apresenta a cor amarela e linhas rectas cruzadas e dispostas na diagonal formando losangos, de tonalidade castanha, e também pintas de cor verde e laranja. O espaldar exibe a cor amarela e é decorado com cinco ramagens de cor verde encimadas por quatro flores pintadas de laranja, e por folhos de cor azul. O pastor da esquerda apresenta, duas botas altas, dois membros inferiores e o tronco cilindriformes. Os membros superiores apresentam-se arqueados para dentro, com as mãos segurando uma cesta com três galinhas. As mãos apresentam linhas incisas representando os dedos. O pescoço é de formato cilíndrico. A cabeça apresenta dois pontos negros que figuram os olhos, encimados por dois traços e duas sobrancelhas castanhas. O nariz é triangular em relevo e o queixo é saliente. A boca apresenta lábios delineados e enchidos com cor vermelha. De cada lado da face é visível uma rosácea alaranjada. Na cabeça figura ainda, cabelo de tonalidade castanha, encimado por um chapéu negro com aba circular larga, ligeiramente revirada e com copa de formato tronco-cónico. A cesta ostenta base plana circular e corpo semi-calote esférico invertido, linhas incisas formando losângulos, extremidade recortada e pintada de amarelo com linhas de cor laranja e verde. No seu interior encontram-se três galinhas, com corpo ovóide onde figuram duas asas recolhidas, cauda esticada e bifurcada e um pescoço tronco-cónico, onde figura um laço de tonalidade azul. As suas cabeças exibem dois olhos circulares pintados e um bico amarelo de formato cónico. As galinhas ostentam a cor branca com manchas negras. A figura do pastor apresenta botas de tonalidade castanha com pequenas linhas incisas na parte lateral exterior, podendo figurar a sua abertura, calças e camisola azuis. A camisola apresenta contornos negros, uma gola de cor branca com linhas incisas e dois destaques semi-esféricos de tonalidade amarela, figurando botões. Apresenta ainda, um pelico que cai até a altura da coxa, picotado para figurar o pelo e com mangas de formato circular. Este, exibe quatro pontos amarelos dispostos longitudinalmente e paralelamente em grupos de dois na parte frontal do tronco, figurando botões e ostenta a cor castanha com contornos cinzentos. O terceiro degrau, exibe três Reis Magos, sendo que o que se encontra ao centro é negro. Estes assentam numa base de formato rectangular de tonalidade verde com rebordo pintado de laranja. Os Reis Magos apresentam duas botas altas, dois membros inferiores e o tronco cilindriformes. Os membros superiores apresentam-se arqueados para dentro, com as mãos segurando oferendas. As mãos apresentam linhas incisas representando os dedos. Os pescoços são de formato cilíndrico. As figuras da direita e da esquerda apresentam nas suas cabeça, dois pontos negros que figuram os olhos, encimados por dois traços e duas sobrancelhas castanhas. O nariz de ambos é triangular em relevo e a boca apresenta lábios delineados e enchidos com cor vermelha. De cada lado da face é visível uma rosácea alaranjada. Nas suas cabeças figura ainda, barba de tonalidade castanha, e cabelo da mesma cor enrolado na parte da nuca, encimado por uma corôa de bicos arredondados, de tonalidade amarela. A figura disposta no centro apresenta na sua cabeça, dois olhos, encimados por dois traços castanhos que figuram sobrancelhas. O nariz é largo e triangular em relevo e a boca apresenta lábios grossos delineados e enchidos com cor vermelha. Na cabeça figura ainda cabelo de cor negra picotado para figurar carapinha, e encimado por uma corôa de bicos arredondados e linhas incisas, de tonalidade amarela, decorada por três adornos esféricos de cor laranja. As figuras ostentam botas de tonalidade negra, com dobras na parte superior, decoradas com dois adornos de formato semi-esférico de tonalidade vermelha e meias brancas. Apresentam ainda, vestidos com mangas curtas, decorados com folhos amarelos na extremidade da saia e das mangas. Os vestidos apresentam linhas incisas horizontais figurando pregas e ostentam uma gola de tonalidade branca com pontos incisos, figurando pêlo e decorada com uma corda de cor amarela, que faz laço na parte frontal do peito com o nó pintado de laranja, e cujas pontas se estendem até às costas, formando dois nós. Dos ombros da figura, pende para trás um destaque de formato rectangular com os cantos inferiores arredondados, de tonalidade laranja com extremidade amarela, figurando uma capa que se estende até à base. O vestido do Rei Mago da direita apresenta a tonalidade rosa, o do centro está pintado de vermelho e o da esquerda exibe a cor azul. Dimensões da Base: Comp: 21 Cm; Larg: 28 Cm.
  • Origem/Historial: Na ficha de inventário dactilografada e no Livro de Tombo a peça tem a designação "Presépio". No entanto, optou-se pela denominação "Presépio de Trono", na medida em que identifica melhor a tipologia da peça. Técnica: Os métodos utilizados na barrística são, os de rolo, da bola e da lastra, esta última, na elaboração de vestuário e bases. As partes constituintes dos bonecos, que apresentam maior espessura e volume são previamente picadas por meio de uma agulha ou arame e depois corrigidos com os dedos. Este procedimento permite uma maior secagem no interior do boneco evitando assim, quebradura e fendilhagem no acto da cozedura. Um dos aspectos que mais caracteriza os bonecos de Estremoz, e diferencia este figurado do restante, é o facto destes nascerem nus e serem posteriormente vestidos. Um boneco de Estremoz é constituído por diversas partes que são unidas entre si. Assim, a primeira peça a ser realizada é a base, que é feita através de um pedaço de barro espalmado por intermédio de uma palmatória. A próxima tarefa consiste em fazer as pernas ou saias e seguidamente o tronco. Com uma bola de barro, e um molde, segue-se a face e depois o pescoço. Os rostos são, na maior parte dos casos, feitos por meio dum molde e colados à bola de barro que constitui a cabeça. Com a ajuda dum teque ou teco (palheta na gíria dos artesãos) modela-se o cabelo. Coloca-se o boneco na base, previamente feita e com furos no local onde este vai assentar, colando-o com barbutina ou lamugem na gíria bonequeira. De seguida, passa-se para a elaboração dos braços que é realizada através de um rolinho. Corta-se a extremidade que liga ao ombro e faz-se em seguida as mãos. Estas são feitas espalmando-se a extremidade do braço menos grossa, e depois, por intermédio de uma série de incisões com a ajuda dos já mencionados teques criam-se os dedos. Unem-se os braços ao tronco com lamugem. É altura então, de vestir os bonecos e colocar todos os adornos referentes ao modelo representado, como chailes, lenços, brincos, chapéus e um número infindável de enfeites saídos da imaginação do artista, empregando-lhes assim, "movimento, vida, alma" (Vermelho, Joaquim, Barros de Estremoz: Contributo Monográfico para o Estudo da Olaria e da Barrística, página 76, Limiar, 1990). Deixa-se o boneco secar e vai ao forno ou à mufla a 800 cº ou 850 cº, no entanto, é importante referir que durante a modelação do boneco convém deixar secar a peça durante as fases da união das várias partes constituintes do boneco. Os bonecos são peças muito frágeis e portanto, são necessários muitos cuidados no processo de enfornamento. Finalmente, o boneco passa pelo processo de pintura onde prevalecem o verde, o azul, o vermelho, o zarcão, o amarelo, o branco, o roxo, o laranja e o preto. As tintas utilizadas são os óxidos que são dissolvidos em água e misturados com grude previamente derretido. Contudo, foram introduzidos recentemente, por questões comerciais e técnicas, têmperas, ou seja tintas a água ou plásticas que são misturadas com colas resinosas para madeira. Estas colas proporcionam ao boneco, resistência à luz e à humidade, sem no entanto, prejudicar a cor. Sobre a pintura seca é colocado um verniz que, nos séculos passados, era fabricado pelos próprios barristas através de processos que se perderam. Foram posteriormente substituídos por vernizes industriais.
  • Incorporação: Anterior Proprietário: Desconhecido

Bibliografia

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  • CHAVES, Luís - Os Barristas Portugueses: nas escolas e no povo.. Coimbra: Imprensa da Universidade, 1925
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  • VERMELHO, Joaquim - "Mobilidade e Influências nos bonecos de Estremoz" in Conversas à volta da Olaria. Oficinas do Convento: Associação Cultural de Arte e Comunicação, Dezembro 1998
  • VERMELHO, Joaquim - "O Culto do Figurado de Estremoz" in Cultus: o mistério e o maravilhoso nos artefactos portugueses. Lisboa, IEFP: FIL, 2001
  • VERMELHO, Joaquim - "Olaria e Barrística de Estremoz" in Artesanato da Região do Alentejo. Évora: IEFP, 2000
  • VERMELHO, Joaquim - Barros de Estremoz: Contributo Monográfico para o Estudo da Olaria e da Barrística: Limiar, 1990

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