Descrição: Jarra com base circular elevada; pequeno pé cilíndrico onde assenta figura de uma serpente enroscada sobre o corpo da jarra de forma cónica a imitar uma flor (um jarro), com caneluras impressas pelo interior e mais acentuadas na região junto ao bocal.Serpente e pequeno pé em vidro transparente incolor. Corpo da jarra e base em vidro transparente cor de rosa claro. Vidro opaco preto, amarelo e cor de rosa escuro nos olhos e língua da serpente que apresenta o corpo em vidro canelado e trabalhado à pinça. Apontamentos dourados distribuidos por toda a peça num padrão assimétrico de losangos.
Secção superior da jarra com etiqueta com o número de Arrolamento.
Origem/Historial: Segundo o Arrolamento do PNA, esta peça encontrava-se na Sala Grande (Arrecadação) no Andar Nobre.
A coleção Boos-Smith em Veneza tem um exemplar semelhante datado de finais do século XIX.(MENTASTI, Rosa Barovier; " Galanterie di Vetro. Il Risorgimento vetrario di Murano nella collezione de Boos-Smith", Marsílio, Venezia, 2010, p.84)
Incorporação: Casa Real
Centro de Fabrico: Murano. Veneza. Itália.
Bibliografia
APNA, Direcção Geral da Fazenda Pública, Arrolamento do Palácio Nacional da Ajuda, vol. 7, 1911-1912
MENTASTI, Rosa Barovier; " Galanterie di Vetro. Il Risorgimento vetrario di Murano nella collezione de Boos-Smith", Marsílio, Venezia, 2010.
"Ricordo di Venezia. Vidros de Murano da Casa Real Portuguesa", catálogo da exposição, Imprensa Nacional Casa da Moeda e Palácio Nacional da Ajuda. Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa, de julho a novembro de 2015.
Exposições
"Ricordo di Venezia. Vidros de Murano da Casa Real Portuguesa"