Pote
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Museu: Palácio Nacional de Queluz
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Nº de Inventário: PNQ 29/2
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Super Categoria:
Arte
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Categoria: Cerâmica
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Autor:
Autor desconhecido (-)
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Datação: Século 17/18
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Suporte: Porcelana branca
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Técnica: Vidrado
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Dimensões (cm): Alt. 31 x Diâm. 24
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Descrição: Pote de corpo ovóide e colo curto de rebordo arredondado, em porcelana branca com decoração azul cobalto sob o vidrado.
O bojo é completamente preenchido com ramos e flores de lótus em diversas fases de floração. Colo e base decorados com banda de chamas.
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Origem/Historial: Integra a relação de objetos transferidos do Convento de Santos-o-Novo para o Palácio Nacional de Queluz, em 14 de novembro de 1921.
Em 1894 foi arrolada com o nº 534 no Capítulo 2º dos "Outros objetos pertencentes ao culto divino que foram encontrados na egreja, capellas e oficinas do convento (…) Jarrões - um par de loiça da India com ramagens azuis, concertados".
Verba nº 132 do “Auto de arrolamento e conferência dos bens existentes no edifício do Convento e Santos-o-Novo e que são pertença do Património Nacional”, de 1 de outubro de 1921; "Dois jarrões de loiça da India com ramagens azuis (verba nº 534)".
Verba nº 132 do “Auto de remessa dos objectos pertencentes ao extinto Recolhimento de Santos-o-Novo para o Palácio Nacional de Queluz” de 14 de novembro de 1921; "Dois jarrões de loiça da India com ramagens azuis".
Nº 281 do inventário dos Salvados de 1934 (realizado após o incêndio que deflagrou no Palácio de Queluz, em outubro de 1934), conferido pelas verbas do inventário de Santos-o-Novo pertencentes aos objetos que foram remetidos para o Palácio Nacional de Queluz; "Dois jarrões de loiça da India com ramagens azuis. (Com o nº 132)".
Nº 29 dos Cadastros de 1938 e 1939.
Nº 29 do Cadastro dos Bens do Domínio Público de 1941, nº de ordem 112; "2 Jarrões, Índia, fundo branco, ramagens azuis; um com base 0,17m x boca 0,10m x alt. 0,315m, gateado e o outro base 0,18m x boca 0,11m x alt.0,313m, estalado (nº 281 do inventário dos Salvados / nº132 de Stºs-o-Novo)".
O Convento de Santos-o-Novo, também conhecido por antigo convento das Comendadoras da Ordem de Santiago, foi extinto a 9 de maio de 1895, o recheio foi distribuído por várias instituições (Museu Nacional de Arte Antiga, Palácio Nacional de Queluz) e vendido em hasta pública. Toda a documentação referente ao Convento de Santos-o-Novo encontra-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
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Incorporação: Verba nº 73 do Convento de Santos-o-Novo, 1921;
Nº 281 do Inventário dos Salvados de 1934;
Nº 29 do Cadastro dos Bens do Domínio Público de 1941, nº de ordem 112.
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Bibliografia
- CAT. - Inventário do Palácio de Queluz - Colecção de Cerâmica. Lisboa: IPPAR, 2002
- PINTO DE MATOS, Maria Antónia - A Casa das Porcelanas. Cerâmica Chinesa da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves. London: Philip Wilson Publishers, 1996