Caixa

  • Museu: Palácio Nacional de Queluz
  • Nº de Inventário: PNQ 1626
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Cerâmica
  • Autor: Autor desconhecido (-)
  • Datação: 1826/1850
  • Suporte: Faiança branca
  • Técnica: moldada/vidrada
  • Dimensões (cm): Comp. 13,2 x Alt. 12 x Larg. 12,2
  • Descrição: Caixa moldada em forma de perdiz, em faiança decorada com esmaltes polícromos. Decoração de tipo naturalista, imitando penas em tons rosados e castanho. A parte inferior imita um ninho em forma de cesto com folhas verdes sobre a qual a perdiz se aninha.
  • Origem/Historial: Coleção D. Fernando II, Palácio das Necessidades Nª 6463 da Casa Forte do Palácio das Necessidades Em inglaterra, a manufactura de Chelsea parece ter sido a primeira a copiar caixas de perdiz do estilo de Meissen, a partir de meados do século XVIII. De um modo geral representavam perdizes aninhadas num cesto, e faziam inicialmente parte dos serviços de sobremesa. Várias fábricas inglesas estão ligadas ao fabrico destas peças, entre as quais se destacavam Chelsea e Bow, produzindo esta última perdizes desde 1756, utilizando o realismo mais na decoração que na forma. No segundo quartel do século XIX, dá-se um revivalismo deste tema, embora com alteração no tamanho, especialmente a partir dos anos 20, produzindo-se peças bastante mais pequenas utilizando esmaltes de cores vivas. Eram habitualmente oferecidas cheias de guloseimas às parturiantes, enquanto que as de tamanho natural eram aquecidas e usadas para servir ovos quentes.
  • Incorporação: Transferida da Casa Forte do Palácio das Necessidades. Nº de ordem 26/1957. Valor da avaliação: 700$00

Bibliografia

  • CAT. - Inventário do Palácio de Queluz - Colecção de Cerâmica. Lisboa: IPPAR, 2002
  • CAT. - The Country Life and Antiques Handbook. Hungary: Country Life Books, 1988

Multimédia

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