Estola
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Museu: Palácio Nacional de Queluz
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Nº de Inventário: PNQ 601/6
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Super Categoria:
Arte
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Categoria: Têxteis
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Autor:
Autor desconhecido (-)
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Datação: Século 18
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Suporte: Seda
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Técnica: Tecido: damasco de seda, espolinado(?), fio metálico
Forro: tafetá de seda, linho (?)
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Dimensões (cm): Alt. 223 x Larg. 24
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Descrição: Estola em damasco de seda vermelha espolinada (?). Decorada com motivos vegetalistas, uvas, pâmpanos e folhas de videira. Três cruzes de galão tecido a fio de seda e fio metálico dourado. Tem nas extremidades galão tecido a fio de seda e franja de fio metálico dourado.
Forro de tafetá de seda vermelha. Interior em tafetá de linho (?).
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Origem/Historial: Os paramentos encarnados eram usados durante o culto litúrgico, no Domingo do Espírito Santo e nas Missas dos Santos Mártires.
Tira alongada de tecido ou bordado terminando em em forma trapezoidal ou semi-circular. Apresenta três pequenas cruzes ao centro e nas extremidades. É usada pelo presbítero e pelo bispo e em certas circunstâncias, pelo diácono, mas colocada de forma diferente.
Longa tira de tecido, geralmente seda ou com trama dourada ou prateada, com forro, e ornado com uma cruz grega ao centro e duas nas extremidades, mais largas e franjadas; mede cerca de 2,5 m. É usada à volta do pescoço por toda a hierarquia eclesiástica, incluindo o diaconato, na celebração da missa, administração de sacramentos, exposição do Santíssimo e noutras cerimónias. Quando usada com casula, a estola é do mesmo tecido, fazendo um conjunto, no qual se pode integrar o manípulo e a estola, idênticos também do ponto de vista formal, diferenciam-se por esta ser mais longa do que aquele e por, em geral, não apresentar cordão. A estola pastoral, usada sem casula, é mais ornamentada, por ser mais visível, e distingue-se da estola por apresentar, no terço superior da sua altura dobrada ao meio, uma presilha de tecido, um cordão ou fita com borlas nas extremidades, a unir os dois lados; é usada pelo Papa, cardeais, bispos e presbíteros, fora da missa, na pregação e na administração dos sacramentos.
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Incorporação: Nº ordem 1050 de 1941. Desconhecido
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Bibliografia
- THESAURUS - Vocabulário de Objectos de Culto Católico. Vila Viçosa: Fundação da Casa de Bragança, 2004