Canudo
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Museu: Palácio Nacional de Queluz
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Nº de Inventário: PNQ 34/1
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Super Categoria:
Arte
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Categoria: Cerâmica
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Autor:
Autor desconhecido (-)
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Datação: Século 18
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Dimensões (cm): Alt. 18,7 x Diâm. 8,7
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Descrição: Jarra em forma de canudo, com o corpo cilíndrico abrindo para o exterior em forma de trombeta, em porcelana branca com esmaltes da «família rosa».
A decoração de peónias, crisântemos e ramos de ameixieira, inclui ainda a representação de bambus e de um rochedo perfurado em azul cobalto e bambus. Junto ao bordo, friso de pétalas em cruz com quatro pérolas.
Base vidrada.
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Origem/Historial: Integra a relação de objetos transferidos do Convento de Santos-o-Novo para o Palácio Nacional de Queluz, em 14 de novembro de 1921.
Em 1894 foi arrolada com o nº 494 no Capítulo 2º dos "Outros objetos pertencentes ao culto divino que foram encontrados na egreja, capellas e oficinas do convento (…) Jarras - um par, pequenas, de louça da India".
Verba nº 386 do “Auto de arrolamento e conferência dos bens existentes no edifício do Convento e Santos-o-Novo e que são pertença do Património Nacional”, de 27 de setembro de 1921; "Um par de jarras, pequenas, de loiça da Indianem forma de canudo, fundo branco, pintura em policromo (...) (Verba nº 494)".
Verba nº 386 do “Auto de remessa dos objectos pertencentes ao extinto Recolhimento de Santos-o-Novo para o Palácio Nacional de Queluz” de 14 de novembro de 1921; "Um par de jarras, pequenas, de loiça da Indianem forma de canudo, fundo branco, pintura em policromo, ambas com defeito"
Nº 298 do inventário dos Salvados de 1934 (realizado após o incêndio que deflagrou no Palácio de Queluz, em outubro de 1934), conferido pelas verbas do inventário de Santos-o-Novo pertencentes aos objetos que foram remetidos para o Palácio Nacional de Queluz; "Um par de jarras, pequenas, de louça da India, em forma de canudo, fundo branco, pintura em policromo, ambas com defeito. (Com o nº 386)".
Nº 34 dos Cadastros de 1938 e 1939.
Nº 34 do Cadastro dos Bens do Domínio Público de 1941, nº de ordem 103; 2 Jarras orientais, forma de canudo, fundo branco, pintura policroma; alt.0,186m; defeituosas e uma mutilada (nº298 do inventário dos Salvados / nº386 de Stºs-o-Novo)".
O Convento de Santos-o-Novo, também conhecido por antigo convento das Comendadoras da Ordem de Santiago, foi extinto a 9 de maio de 1895, o recheio foi distribuído por várias instituições (Museu Nacional de Arte Antiga, Palácio Nacional de Queluz) e vendido em hasta pública. Toda a documentação referente ao Convento de Santos-o-Novo encontra-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
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Incorporação: Verba nº 386 do Convento de Santos-o-Novo, 1921;
Nº 298 do Inventário dos Salvados de 1934;
Nº 34 do Cadastro dos Bens do Domínio Público de 1941, nº de ordem 103.
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