Canudo
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Museu: Palácio Nacional de Queluz
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Nº de Inventário: PNQ 35/2
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Super Categoria:
Arte
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Categoria: Cerâmica
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Autor:
Autor desconhecido (-)
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Datação: Século 18
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Dimensões (cm): Alt. 13,7 x Diâm. 6,7
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Descrição: Pequena jarra em forma de canudo, com o corpo cilíndrico abrindo para o exterior em forma de trombeta, em porcelana branca decorada a azul cobalto sob o vidrado
Corpo decorado com pinheiro, bambu, peónia e outras flores.
Junto ao bordo, lambrequim de reticulado de losangos com flor de ameixieira e motivos vegetalistas, que se repetem junto à base vidrada.
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Origem/Historial: Integra a relação de objetos transferidos do Convento de Santos-o-Novo para o Palácio Nacional de Queluz, em 14 de novembro de 1921.
Em 1894 foi arrolada com o nº 493 no Capítulo 2º dos "Outros objetos pertencentes ao culto divino que foram encontrados na egreja, capellas e oficinas do convento (…) Jarras - um par. pequenas, de louça da India".
Verba nº 385 do “Auto de arrolamento e conferência dos bens existentes no edifício do Convento e Santos-o-Novo e que são pertença do Património Nacional”, de 27 de setembro de 1921; "Um par de jarras, pequenas, de loiça da India, em forma de canudo, azuis e branco (...) (Verba nº 493)".
Verba nº 385 do “Auto de remessa dos objectos pertencentes ao extinto Recolhimento de Santos-o-Novo para o Palácio Nacional de Queluz” de 14 de novembro de 1921; " Um par de jarras, pequenas, de loiça da India, em forma de canudo, azuis e branco (...)."
Nº 399 do inventário dos Salvados de 1934 (realizado após o incêndio que deflagrou no Palácio de Queluz, em outubro de 1934), conferido pelas verbas do inventário de Santos-o-Novo pertencentes aos objetos que foram remetidos para o Palácio Nacional de Queluz; "Um par de jarras, pequenas, de louça da India em forma de canudo, azuis e branco. (Com o nº 385)".
Nº 35 dos Cadastros de 1938 e 1939.
Nº 35 do Cadastro dos Bens do Domínio Público de 1941, nº de ordem 104; "2 Jarras orientais, forma de canudo, decoração azul; alt.0,13m; mutilada (nº299 do inventário dos Salvados / nº385 de Stºs-o-Novo)".
O Convento de Santos-o-Novo, também conhecido por antigo convento das Comendadoras da Ordem de Santiago, foi extinto a 9 de maio de 1895, o recheio foi distribuído por várias instituições (Museu Nacional de Arte Antiga, Palácio Nacional de Queluz) e vendido em hasta pública. Toda a documentação referente ao Convento de Santos-o-Novo encontra-se no Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
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Incorporação: Verba nº 385 do Convento de Santos-o-Novo, 1921;
Nº 299 do Inventário dos Salvados de 1934;
Nº 35 do Cadastro dos Bens do Domínio Público de 1941, nº de ordem 104.
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