Consola

  • Museu: Palácio Nacional de Queluz
  • Nº de Inventário: PNQ 229
  • Super Categoria: Arte
  • Categoria: Mobiliário
  • Autor: Autor desconhecido (-)
  • Datação: Século 18
  • Suporte: Casquinha
  • Técnica: Talha dourada
  • Dimensões (cm): Alt. 84,5 x Larg. 95 x Prof. 46,5
  • Descrição: Tampo de mármore semicircular, aba decorada com godrões, girassóis e festões de louro. Quatro pernas com aplicações em meia cana e pés de pião. Na cruzeta da trempe, urna com torçal de louro.
  • Origem/Historial: Colecção da Casa Real. Na "Relação dos Móveis e objectos salvados do incêndio que destruiu o Palácio Nacional de Queluz em a noite de 4 para 5 de Outubro de 1934" tem o Nº 58. A colecção de mesas de encostar do Palácio de Queluz (PNQ 212A/1, 207A, 228, 229), é já nitidamente de gosto neoclássico e de inspiração inglesa nos modelos que Robert Adam desenhou no 3º quartel do séc. XVIII. Em Queluz as primeiras referências a móveis deste estilo, ditos "pés de tremós à grega" aparecem em Agosto de 1790, para o quarto do Príncipe D. João, recém casado com a Princesa D. Carlota Joaquina, sendo da autoria do marceneiro Alexandre Cavroé, com oficina ao Calhariz (AHMF, cx. 44, Agosto de 1790). O gosto neoclássico pode certamente considerar-se enraizado no mobiliário da década de 90, época em que um outro marceneiro do Porto, José francisco de Paiva desenha em 1794, uma mesa de encostar para um tremó embutido, semelhante às de Queluz.
  • Incorporação: Colecção da Casa Real. Nº 58 do Inventário dos Salvados (1934); Nº de ordem 229 do Cadastro dos Bens do Domínio Público de 1939; Nº de ordem 467 do Cadastro dos Bens do Domínio Público de 1941;

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