Historial: F. Cordeiro Laranjo (1991) coloca a hipótese do conjunto de pinturas alusivas a São João Baptista ter pertencido à Capela de São João Baptista dos claustros da Catedral, sustentando essa possibilidade, as "Memorias Paroquiais" do Vigário da Sé, escritas em 1758 (mns. da T. T., vol. XIX, nº 42, p.272), referindo que a dita capela "maravilhosamente cercada de bons payneis, com suas molduras de talha muy bem dourada, e nellas pintados alguns passos da vida do Santo".
A capela foi demolida no Séc. XIX e algumas imagens transferidas para a vizinha capela de São Nicolau. No entanto, os painéis de azulejo que a decoram não aceitavam os referidos quadros. F. C. Laranjo levanta, assim, a hipótese de estes se terem mantido arrecadados na Sé até transitarem para o Paço Episcopal.