Botão

  • Museu: Museu Nacional de Arqueologia
  • Nº de Inventário: Au 197
  • Super Categoria: Arqueologia
  • Categoria: Ourivesaria
  • Autor: Autor desconhecido (-)
  • Técnica: Laminado e soldado
  • Dimensões (cm): Diâm. 1,7 x Esp. 0,15
  • Descrição: Aplicação discoidal recortada em lâmina, com decoração repuxada constituída por cone central elevado, em torno do qual se dispõem duas estrias concêntricas intercaladas com linhas de pontilhado. O bordo é rematado por aplicação de arame torcido. A decoração do reverso é o negativo do anverso, exceptuando o remate, inexistente. Apresenta sobre o eixo médio e ao centro uma haste arqueada (dupla ou simples) para fixação a um suporte.
  • Origem/Historial: *Forma de Protecção: classificação; Nível de Classificação: interesse nacional; Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devam recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei nº 107/2001, de 8 de Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas; Legislação aplicável: Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro; Acto Legislativo: Decreto; nº 19/2006; 18/07/2006* De acordo com a notícia do achado este colar pertencia a um importante tesouro descoberto na região de Torres Vedras, do qual faziam parte, para além de outras argolas e pendentes, uma série de discos ou botões, brincos, braceletes, uma conta bicónica e fragmentos de lingotes de ouro, peças essas que, ou se dispersaram por mãos de particulares ou vieram a utilizar os acervos do Museu Nacional de Arqueologia (nºs de inv , Au 194 a 206 ; 593 e 854). Trata-se de mais um achado casual, cujo contexto arqueológico não foi estudado, ainda que a presença no local de vestígios de carvões, tenha levado a colocar a hipótese de ali ter existido uma oficina de ourives.
  • Incorporação: Por Dr. Manuel Heleno

Bibliografia

  • HELENO, Manuel - Jóias Pré-Romanas. Lisboa: "Ethnos", I.P.A.H.E., Vol. I, 1935
  • TESOUROS da Arqueologia Portuguesa. Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia, 1980

Exposições

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