Descrição: Candelabro de pé com suporte triangular para quinze velas; peça incompleta faltando-lhe a base e o alto fuste que suporta o porta candelabros;
O candelabro é triangular, formado por três barras: duas ascendentes, angulares e simétricas unidas e fixadas numa outra barra horizontal; as quartorze ponteiras ou bocais de círios são distribuidos ao longo de cada uma das barras ascendentes, correspondendo sete bocais a cada barra; os bocais são dispostos em degraus e segundo um alinhamento rectilíneo; as barras ascendevtes unem-se num vértice onde está colocada a quincagésima ponteira ou bocal;
Decoração: as barras que formam a estrutura triangular do candelabro são lisas com moldura de caveto a rematar; o campo central tem arabescos em voluta com pontos de união em forma de laços e de flores entalhados e vasados na madeira;
Estrutura: candelabro formando um gradeamento de barras com disposição triangular; as barras ascendentes são colocadas simetricamente em relação ao espaço central ficando este campo preenchido por volutas;
Peça que serve de suporte a conjunto de 15 de velas; constituido por um candelabro múltiplo com 15 bocais metálicos para velas derivados simetricamente em relação ao fuste;
desenho em forma de leque/ chama ou de palmeta com estrutura triangular; candelabro esculpido na madeira com elementos em arabescos vasados e recortados em forma de voluta e unidos ao centro por laço em madeira.
Não tem base nem haste de suporte ao candelabro.
Origem/Historial: Candeeiro das trevas ou candelabro de serviço aos "Ofícios das Trevas"; Poderá ser proveniente do Convento de Jesus ou do Convento de São João Evangelista das Freiras Carmelitas Descalças de Aveiro; este último Convento sofreu obras quando da abertura da Praça Marques de Pombal, em 1956, tendo-lhe sido amputado os espaços do coro alto e baixo, espaços estes nos quais funcionaria a colocação deste tipo de Candelabro.
Incorporação: Transferência por Disposição legal do Convento de Jesus de Aveiro